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Uma Bagunça de Gotas Serenas (Z. M. Tosta)

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26 comentários em “Uma Bagunça de Gotas Serenas (Z. M. Tosta)

  1. Rsollberg
    22 de abril de 2018

    Fala, Tosta

    Resta claro que vc sabe sabe o que faz, o ambiente ricamente detalhado norteia o leitor no famigerado bar, criando uma sensação de pertencimento, tal qual um espectador bêbado.

    Os personagens pitorescos, casal cacofonia, o índio herbalista, o amante kodak, vencem pela originalidade, porém, não há dúvida que o grande protagonista desta história é o Boteco Farofim. Juro que daria um dos meus três rins por uma noite nessa bodega. Em determinado momento, justamente no surgimento do boca perfumada, lembrei-me do Café Melodia, conto do desafio pecados capitais.

    As colagens só não funcionaram melhor porque o formato na tela do computador dificulta bastante a leitura. Fiquei na dúvida se a música foi criada para o conto ou é uma cantiga popular adaptada.

    Apesar dessa anarquia total dentro do estabelecimento, uma coisa é certa, não se irrita um humorista.

    Parabéns e volte sempre!

  2. Priscila Pereira
    21 de abril de 2018

    Olá Z,
    Olha, meus olhos estão ardendo aqui… Foi muito ruim, pra mim, ler algumas partes…
    Tirando isso… Não sei se entendi direito, ou se havia alguma coisa pra entender mesmo… Foi mesmo uma bagunça!! Algumas partes foram bem visuais e isso foi muito bacana… Não funcionou completamente comigo o seu texto por conta da dor que ele me causou…kkk
    Boa sorte!!

  3. Mariana
    21 de abril de 2018

    Uma zona de bar merece um texto caótico e eu não tomei bebida aqui, mas fiquei tonta. A criação e montagem do trabalho a partir das imagens, que me lembraram antigos almanaques, está de parabéns e se adequa ao desafio. No entanto, não fui conquistada como gostaria de ter sido (um problema do leitor, não do autor). Parabéns e boa sorte no desafio.

  4. Andre Brizola
    21 de abril de 2018

    Salve, Z.!

    Bem, o título não é mentiroso, pois o conto é realmente uma bagunça. E se há promessa, e a promessa é cumprida, imagino que seja ponto positivo, certo? Mas no geral achei que foi uma leitura muito trabalhosa, dificultada com tantas mudanças de fontes, desenhos e personagens.
    Não sei porque me veio à mente o filme Festim Diabólico enquanto lia. Claro que as intenções são totalmente diferentes, pois o conto vai numa direção humorística, enquanto o filme de Hitchcock é um clássico do suspense. Se Festim Diabólico tivesse sido elaborado pelos irmãos Marx, quem sabe a aproximação não fosse bem mais próxima. Mas ter a trama girando em torno de um lugar, com diversos personagens, e conversas paralelas acontecendo ao mesmo tempo me lembrou o filme.
    Há momentos muito bons (“a dona do boteco Farofim exasperava-se a vassourar muitas cabeças” foi hilário!), mas que ficaram meio perdidos na quantidade muito grande de recursos visuais. Creio que a leitura vá ser bem mais interessante sem a bagunça.

    É isso! Boa sorte no desafio!

  5. Luís Amorim
    21 de abril de 2018

    Muito criativo e experimental mas quando um texto é muito bom as imagens são desnecessárias. Existem imagens que, enfim, eu dispensaria de todo. Algumas palavras estão com uma caligrafia de imagem de difícil leitura e o próprio texto tem alguns termos de gíria brasileira parece-me. Mas claro, um texto com imagens é experimental, sem dúvida.

  6. Ana Carolina Machado
    21 de abril de 2018

    Oiii. Muito criativo. As imagens ao longo da narrativa ajudaram o leitor a se situar na história toda e a ambientação também foi muito importante. Deu para entender bem o que se passava no bar, além de se situar era como se o leitor começasse a ver as cenas narradas, principalmente naquele momento do herbalista, em que os outros batiam falam em coro. Parabéns. Abraços.

  7. Evandro Furtado
    21 de abril de 2018

    Esse conto consegue superar um problema que acabaria com muitos outros: uma trama confusa. Mas o trabalho estético é tão bem elaborado e tão bonito aos olhos de quem lê, que deixa o leitor mais embasbacado do que confuso. O experimento, nesse sentido, funciona. O autor arrisca, e por mais que vá perder gente por aí, cria algo digno de se lembrar.

  8. Jorge Santos
    21 de abril de 2018

    O que é que acabei de ler/ver, minha gente? Não imagino o trabalho que está por trás deste texto, mas o autor está de parabéns por diversas razões. Para começar, pela forma do texto, depois pelo conteúdo bem imaginado e repleto de humor. O experimentalismo está patente na fusão do conteúdo e forma, resultando numa excelente experiência de leitura, que só não é melhor pela minha natureza lusitana. Desconheço muitos dos termos e, aqui, pintos são só os filhotes das galinhas.

  9. iolandinhapinheiro
    18 de abril de 2018

    Olá, autor!

    O seu texto foi um dos mais experimentais que encontrei aqui. Gostei dos desenhos que vc colocou e das mudanças de fontes. Encontrei pequenas pérolas no seu texto, que me fizeram rir. Essa é a parte boa do conto.

    O problema acho que já foi falado aqui, a quebra da fluidez. Mas se o texto tivesse um história menos bagunçada dentro dele não haveria desenho que roubasse o meu interesse e atrapalhasse o prazer da leitura. O conto é uma sucessão de fatos que ocorre durante a festa envolvendo diversos personagens, falas, ações e resultados escritos de um modo que confunde ainda mais o leitor. Se tivesse optado por um recurso ou outro talvez o texto escorresse com mais facilidade, mas parecia uma disputa para ver quem truncava mais o trabalho.

    Para mim que já sou uma distraída profissional foi um suplício. Mas aí já é problema meu.

    Parabéns e boa sorte!

  10. Rose Hahn
    13 de abril de 2018

    Caro Autor, alinhada com a proposta do desafio, estou “experimentando” uma forma diferente de tecer os comentários: concisa, objetiva, sem firulas, e seguindo os aspectos de avaliação de acordo com a técnica literária do “joelhaço” desenvolvida pelo meu conterrâneo, o Analista de Bagé:

    . Escrita: Engenhosa;
    . Enredo: Uma zona no boteco;
    . Adequação ao tema: Em excesso, deu nó na cabeça.
    . Emoção: Por conta do pinto.
    . Criatividade: Um primor.

    . Nota: Menos do que vc. merece, diante de tamanha engenhosidade, sorry!

  11. José Américo de Moura
    11 de abril de 2018

    Eu vi foi uma montagem muito bem feita nesse conto. Imagino o trabalho que isso deu para o escritor. Eu com a minha imaginação fértil vi foi um fuzuê dentro de uma bar de uma zona misturado com um filme de faroeste lá no velho oeste americano que eu sonho em conhecer.

    Parabéns por tanta habilidade e inteligência.

  12. Paula Giannini
    9 de abril de 2018

    Olá autor(a),

    Tudo bem?

    Criar um texto mesclado a imagens é algo que trás um toque sensorial à leitura. O interessante foi que, aqui, o(a) autor(a) optou por imagens retrô, lembrando tempos antigos, propagandas antigas, figura antigas que nos remetem a clássicos como o Amigo da Onça, além dos enigmas nos quais imagens formavam uma frase-charada, que o leitor precisava desvendar para decifrar o conteúdo. Quando criança eu adorava isso.

    Não sou tão velha… Ou sou, não sei, mas o fato é que a estética do conto me lembrou de meu avô. Boêmio carioca incorrigível, terno branco, sapao branco, gomalina no cabelo, cheiro de água de rosas, impecável senhor de cabelos brancos desde muito cedo e cujo apelido era Alma de Gato. Bem, seu visual se assemelhava um tanto com o do Amigo da Onça. Em meu imaginário, esse era um tempo de artistas reunidos em torno da mesa para rir e declamar, e cantar ao som de um violão até o sol raiar…

    Quanto à trama, pareceu-me uma comédia de erros, com socos e tiros e reviravoltas mirabolantes em um bar da boemia e que chega a lembrar os Saloons do gênero Velho Oeste.

    Parabéns pelo trabalho.

    Sorte no desafio.

    Beijos
    Paula Giannini

  13. Evelyn Postali
    9 de abril de 2018

    Eu me lembrei (muito) de almanaques e de como havia aquela interação entre imagem e texto, apesar de aqui não funcionar de forma ágil. Gosto de colagens, mas você poderia ter moderado. Apesar disso, é uma história leve, boa de ler. Penso no trabalho fazendo tudo isso acontecer, procurando as fontes, mudando as letras, fotografando com o celular (talvez?), salvando…

  14. jowilton
    3 de abril de 2018

    Estou comentado pelo celular, por isso desculpe algum eventual erro de grafia. Achei um bom conto. Está bem escrito e as situações insólitas que acontecem foram bem narradas. O bar é meio que uma “babilônia”, onde aparecem pessoas de todos os tipps e tudo ppde acontecer. Bastante surreal. O que eu não gostei muito foi justamente a parte mais experimental, as letras despadronizadas, as figurinhas, atrapalharam um pouco na leitura e diminuiram minha concentração no texto. Boa técnica, boa criatividade, bom impacto. Boa sorte no desafio.

  15. Higor Benízio
    2 de abril de 2018

    Gostei da parte com essa fonte que simula a visão de um bêbado, foi uma experiência bacana, quase uma quebra da quarta parede. No mais, o texto se estende desnecessariamente. Como uma piada curta que, quando contada muitas vezes, perde a graça. Acho que vale enxugar o conto, porque ta tudo muito legal, imagens etc

  16. Fabio Baptista
    2 de abril de 2018

    Bom… experimental certamente é. Todas essas inclusões de desenhos e mudanças de fonte deram um ar de fora do comum para o conto, adequando-se à proposta do desafio.

    A parte boa acaba aí, infelizmente. Todo o diferencial jogou contra o texto, truncando e tornando a leitura demasiada e desnecessariamente arrastada e confusa. Há um ou outro trecho, a música, por exemplo, que se destaca positivamente de modo isolado, mas é pouco, muito pouco.

    Não gostei, desculpe.

    Abraço!

  17. werneck2017
    31 de março de 2018

    O texto traz um toque de humor e leveza. No entanto, a narrativa me pareceu truncada e, para mim, de difícil leitura onde nada parece se coadunar, como um texto nonsense. Achei tudo muito caótico e os personagens me pareceram uma rede de retalhos, sem profundidade ou desenvolvimento que não fosse outro que o de formar uma sucessão de cenas que supostamente deveriam ser engraçadas. Valeu o esforço, mas para mim não funcionou. Boa sorte no desafio.

  18. Paulo Luís
    30 de março de 2018

    Me lembrou o Boteco da Graça, (no Bairro de Pinheiros – SP) de uns tempos atrás, hoje já não existe mais. Lá se convivia com poetas apaixonados, dançarinas e atrizes, atores frustradas, escritores em vias de separação, por custo da boemia. E muito louco de plantão.Lá tinha saraus, e homéricas bebedeiras, claro! Só que este meu boteco era um tanto complicado, mas de fácil entendimento, este seu ficou um tanto rebuscado, entretanto como cumprimento do dever estabelecido valeu pelo seu esforço para executar tamanha façanha e tanto esmero em sua construção. Bom trabalho imagético.

  19. Angelo Rodrigues
    30 de março de 2018

    Olá, Z M Tosta,

    legal seu trabalho. Gostei mais da história que do conjunto.
    Uma história maluca, ingênua e bem atrapalhada, interiorana. Passa um clima divertido. Isso é bom.

    Mas, tudo que me dificulta a leitura me incomoda, me rouba a atenção e, infelizmente, eu fico achando que perdi alguma coisa, indo e voltando, essas coisas. Cada um tem um jeito, fazer o quê?
    Lembrou-me, é verdade, alguns livros, gibis, revistas antigas com ilustrações (clichês fotográficos) bastante toscas que davam charme especial aos textos.
    O problema é que me fazer lembrar com prazer do que vi não pode virar juízo para avaliar seu texto.
    Difícil isso, porque acho esse tipo de história bem legal. Adoro histórias absurdas. A sua é legal, mas me maltratam aqueles embaralhamentos. Experimental? Sinceramente acredito que não, dado que repete uma fórmula antiga de escrita. Isso importa? Acho que não. Está valendo, porque toda forma de escrita é, no limite, uma forma de experiência pessoal.
    Se tenho algo a acrescentar, diria que você modelasse o seu trabalho da seguinte forma: ou as figuras são elementos de decoração (o que é bem legal), ou se tornam complementos textuais.
    Notei que em alguns momentos as figuras substituem palavras e em outras elas apenas ilustram, deixando, em alguns momentos, a dúvida.

    Se posso recomendar leituras, falo do livro (difícil de encontrar, mas ainda há cópias na Estante Virtual) Antologia Mundial do Conto Abstrato (Edições Artesanato), Rio de Janeiro. Seleção, tradução, prefácio e notas de Diógenes Magalhães. Tudo nele é tão abstrato que nem data de edição ele tem.

    Boa sorte no desafio.

  20. Ana Maria Monteiro
    30 de março de 2018

    Olá, Z. M. Tosta. Nem sei que dizer. Imaginativo e trabalhoso este conto que não poderia ser mais experimental. Diverti-me imenso, pois existe um sentido de humor que percorre cada linha e símbolo. E não é só o humor, é igualmente uma boa disposição latente. A história acabou por sair um pouco prejudicada, embora em muitos momentos me tenha trazido à memória um livro extraordinário que não deve ser conhecido no Brasil e cuja leitura recomendo vivamente a qualquer pessoa: “O que diz Molero” de Dinis Machado. Ainda que nesse livro levemos o tempo todo a tentar perceber o que é aquilo e quem é quem, a verdade é que a experiência é inesquecível (e a meio deixamos de procurar a história – por nossa sorte, visto que não existe). É uma imensa manta de retalhos que transborda vida através de peripécias que se sucedem sem parar e nos impedem quase de interromper e leitura. Como aqui (e nem o espaço o permitiria) não acontecem tantas aventuras, acaba por perder um bocadinho. Realmente este desafio está a ser o melhor que já comentei. Carregado de pérolas a pedir autorização para sair da camisa de forças da contagem de palavras para que se possam expandir para obras completas. Este conto é uma dessas pérolas. Acho que você poderia aumentar mais e mais, distribuindo os elementos gráficos a maiores espaços (ou ficaria cansativo) e presentear-nos com algo perfeitamente fabuloso. Penso que não iria ser a única a adorar o resultado final. Parabéns e boa sorte no desafio.

  21. Antonio Stegues Batista
    30 de março de 2018

    Achei alguns trechos bem absurdos, algumas palavras não entendi e as figuras dificultaram a leitura que se tornou lenta demais devido ter que fazer conexão lógica entre as duas coisas. Achei bem experimental, porém a narrativa ficou meio “bagunçada” com as figuras e formatação, em vez de ficar dinâmica, fluida e leve. Boa sorte

  22. Ricardo Gnecco Falco
    29 de março de 2018

    PONTOS POSITIVOS = A criativa ideia de abordar o experimentalismo com os “desenhinhos” das fontes pré-emojis da atualidade. Boa (e criativa!) sacada. Parabéns!

    PONTOS NEGATIVOS = A sobrepujança da forma ao conteúdo do conto, cuja história acabou ficando em segundo plano.

    IMPRESSÕES PESSOAIS = Achei que o resultado acabou ficando caótico demais. Não consegui encontrar um ‘fio’ que me conduzisse através da história e meio que fiquei à deriva ao final.

    SUGESTÕES PERTINENTES = Talvez a utilização de menos personagens causasse uma impressão um pouco menos ‘poluída’ à obra. Contudo, o próprio título já adianta que a ideia era, mesmo, a “bagunçar” a porra toda… (rs!)

    Boa sorte no Desafio!

  23. Cirineu Pereira
    29 de março de 2018

    A adição das ilustrações é realmente criativa e dá um “colorido” especial à narrativa que, no entanto pareceu-me deverás caótica, fragmentada e até mesmo um tanto pobre. Uma ideia parida às pressas? Experimental sim, sem dúvidas, mas de qualidade questionável.

  24. Fheluany Nogueira
    29 de março de 2018

    Quanta criatividade essa de recorrer a dingbats (fonte no Word que não tinha letras, só desenhos) – os avós dos Emojis — para compor um texto experimental. Uma de minhas ideias foi escrever uma carta enigmática, mas achei muito trabalhoso… você não teve preguiça! A história dos dingbats, ou wingdings, é um pouco mais interessante do que um monte de desenhinhos, nasceu na época da imprensa de tipos móveis e servia tanto para decorar livros quanto para imprimir a marca do artesão responsável.
    Nesta “Bagunça”, temos uma história completa, bem desenvolvida e divertida, com trilha musical e muita ação. O texto traz saudade dos antigos almanaques e das primeiras histórias em quadrinho, mais artesanais. Parabéns pelo trabalho. Abraço!

  25. Fernando Cyrino.
    29 de março de 2018

    O que que é isto, Tosta? Puxa, uma mistura – nas doses exatas – dos almanaques do Biotônico Fontoura, com as histórias em quadrinho, com as boutades circenses, com os artistas de rua… Que coisa mais bacana ficou o seu conto. Dizer mais o quê? Ah, já sei, aplaudir de pé. Bravo, bravíssimo. Brilhante o resultado do seu experimento. E que cuidado, que tamanho de pesquisa não teve para encontrar isso tudo… Meu abraço efusivo de parabéns.

  26. Regina Ruth Rincon Caires
    29 de março de 2018

    Barbaridade! Que superação! Que criatividade!

    Nos anos 50/60, havia almanaques que circulavam nos vilarejos, lá nas curvas do mundo, e que traziam “cartas enigmáticas”. Nas barbearias, nas farmácias, nos armazéns, nas quitandas, em todo canto as pessoas se juntavam para que dúvidas fossem tiradas sobre alguns símbolos. A glória era assimilar integralmente a mensagem.

    Neste conto, muito bem construído, inovador, apesar de não ser um texto enigmático, fez com que eu desfrutasse do mesmo gosto. As figuras, os símbolos serviram como reforço e como um gatilho para ativar a imaginação. O leitor viaja… Lê, canta, ri, entra na história, puxa uma cadeira lá no boteco, esquiva-se das vassouradas, dos socos, da meleca que derramou da panela de pressão. Fica apavorado com a ossada retirada do mocó, quase ajuda a guardar o outro corpo…

    Sensacional!

    Parabéns, Z. M. Tosta! Brilhante trabalho! Fico a imaginar o cuidado que você teve, o trabalho que foi exigido para a montagem do texto. Trabalhou com a escrita, com a imaginação, com as colagens, com a música… Fantástico!

    Boa sorte no desafio!

    Abraços…

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Publicado em 28 de março de 2018 por em Experimental.