EntreContos

Detox Literário.

Literatífico (Ricardo Falco)

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44 comentários em “Literatífico (Ricardo Falco)

  1. Pingback: Décima Quinta Prosa – Normas da ABNT – Multiprosas

  2. M. A. Thompson
    27 de abril de 2018

    Olá autor(a).

    O experimentalismo foi muito bem empregado e essa ideia do extraterrestre pode ser comparada com a dos estudantes de intercâmbio que em algum momento precisam se despedir das relações costuradas durante a estadia.

    Eu que sempre estou às voltas com TCCs me diverti muito com a leitura.

    Boa sorte no desafio!

  3. Amanda Dumani
    27 de abril de 2018

    Texto cômico e inteligente. Interessante relatar a experiência de maneira quase científica, mas ao mesmo tempo não se abster de comentários espirituosos sobre humanos, literatura e sexo. Mas preciso criar uma divergência (provavelmente oriunda das horas que já passei escrevendo ou revisando artigos) … o uso da primeira pessoa descaracteriza totalmente a escrita científica. Um pequeno detalhe, mas que poderia ser reservado apenas para as notas de rodapé, agradecimentos e anexos.

  4. Bianca Machado
    27 de abril de 2018

    Olá, autor/autora. Não me sinto em condições de fazer comentários muito técnicos dessa vez. Então tentei passar as minhas impressões de leitura, da forma como senti assim que a terminei. Desde já, parabenizo por ter participado!

    Então, vamos ao que interessa!
    ————————————————

    “Premissa muito boa, ideia experimentalmente criativa, fugindo do lugar comum experimental, rs, em uma ótima sacada de texto em forma de artigo científico, escrito por um extraterrestre, a respeito de uma pesquisa qualitativa em forma de estudo de caso (minhas preferidas, rs), achei engraçadinho, com um humor leve, pois pra mim não funcionou a ponto de me arrancar risadas, mas também isso de forma alguma diminuiu o texto, ficou bem bacana. Ah, eu indicaria um revisor de ABNT, mas isso no planeta dele nem deve ser necessário, não é mesmo?” (MACHADO, Bianca. Comentário para o conto Literatífico. In: ROSS, Dr. Literatífico. Brasília-DF: EntreContos, 2018. Disponível em . Acesso em 26 abr 2018.).

  5. Matheus Pacheco
    27 de abril de 2018

    O seu “conto”, sem bricadeira nenhuma, foi perfeito, juro que esse me arrancou o 10.00 não só pelo conteudo, que achei irrelevante em comparação a forma magistral do “experimento.
    Primeiramente eu devo me desculpar pela pressa que este comentário está sendo escrito, correndo riscos de má interpretação dos contos ou erros gramaticais..
    Abração e boa sorte

  6. Anderson Henrique
    27 de abril de 2018

    Um ótimo texto cômico que me fez gargalhar após a leitura de um outro conto de enredo mais pesado. Gostei da mistura de comédia com sci-fi zoeiro. Leve, divertido e com notas de rodapé que são a cereja do bolo. Parabéns.

  7. André Lima
    27 de abril de 2018

    Graças a deus este conto não seguiu a linha de “A Forma da Água” e se manteve fiel a sua proposta. Cheguei a cogitar essa possibilidade em determinado momento do texto e quase implorei para que eles não se apaixonassem hahaha.

    Isso porque o conto é simplesmente genial, excelente, com uma proposta bacana, criativa e muito bem executada. O humor é bem leve e faz com que fiquemos com um sorriso bobo durante toda a leitura.

    Aqui não há muito a se analisar na trama, estrutura do enredo… o que deve ser exaltado é A IDEIA!!!

    Parabéns ao autor pela criatividade e pela execução. Boa sorte no desafio!

  8. Sabrina Dalbelo
    26 de abril de 2018

    Olá,
    Muito bom, viu!
    A forma e o conteúdo cômico se fundiram muito bem.
    Pensar num alienígena pesquisador se passando por um terráqueo que cai na gandaia na Lapa, omg! hahahaha
    Ficou bem legal e divertido, além de ter lidado com o experimental de diversas formas.
    Nem mesmo o assunto sem graça – na minha opinião – de partir o foco do enredo na função sexual do pênis* e de como, a partir dele, criam-se triângulos amorosos e desdobram-se traições por parte das mulheres, conseguiu abafar a comédia que provém da trama.
    Boa sorte,

    * parte do corpo do sexo masculino normalmente endeusada pelo próprio sexo masculino.

  9. Ana Carolina Machado
    26 de abril de 2018

    Oiii. Achei muito bem elaborado a forma como o texto foi apresentado e gostei dos toques de humor que tem ao longo do conto, assim como gostei da imagem que serve de capa para a história, a montagem com o ator e as perguntas de um artigo científico ficou muito boa. Eu ri em alguns momentos, principalmente nas definições divertidas de algumas palavras que aparecem na nota de rodapé. E o texto em formato de artigo me lembrou de um trabalho que tenho que fazer na faculdade. Parabéns. Boa sorte no desafio.

  10. Daniel Reis
    26 de abril de 2018

    Um texto de humor sagaz e técnica impecável, com construção da história e utilização inteligente da notas de rodapé para quebrar a sisudez academicista. Acho que ficou tão bom que merecia mais espaço para o desenvolvimento… quem sabe não é semente de uma novela, isso? Parabéns!

  11. Gustavo Aquino Dos Reis
    25 de abril de 2018

    Mais um conto que brilha pela sua apresentação. O autor, ou a autora, encontrou uma uma maneira mais do que criativa para se contar uma história. O humor que preenche a o texto não me empolgou, mas a qualidade da escrita me deixou boquiaberto e fez valer a pena.

    Parabéns

  12. Renata Afonso
    23 de abril de 2018

    Oi, Dr. Ross,
    excelente seu trabalho litero-científico, tem conteúdo, humor e informações altamente precisas sobre o comportamento humano rsrs.
    Me diverti muitíssimo com as notas de rodapé, muito hilário e criativo, acho que vc tem chance grande de estar entre os primeiros, ou ser o primeiro.
    Parabéns!

  13. jowilton
    23 de abril de 2018

    Um bom conto. A forma em trxto ciêntífico foi uma grande sacada. O texto é bem escrito e usa o humor e a ironia como pontos fortes. Bom trabalho. Boa sorte no desafio.

  14. Amanda Gomez
    22 de abril de 2018

    Olá, Dr Ross

    Você elevou o nível do desafio com certeza, me diverti bastante lendo seu conto, as notas de rodapé tem muitas sacadas ótimas que complementam perfeitamente o texto.

    Gostei dessa pegada Sci-fi, do personagem também ele é bem carismático. Ojeito dele falar sendo engraçado sem saber que é aumentar a empatia.

    Eu diria que é um texto redondinho, e por ser muito bem feito resta apenas elogiar e parabenizar pelo trabalho, estou meio sem saber o que dizer além disso.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

  15. Andre Brizola
    21 de abril de 2018

    Salve, Dr.!

    Gostei do conto. A formatação e a intenção do texto como tese científica casaram bem com o enredo, e a ambientação no Rio de Janeiro foi uma boa sacada. As notas de rodapé são muitas mas, ao invés de quebrarem o ritmo da leitura, funcionaram como comentários realmente pertinentes que “flutuavam” ao redor do texto o tempo todo. Não atrapalharam e foram bem engraçados, de fato.
    Uma coisa a ser apontada é que há erro com relação à nacionalidade de Eça de Queiroz, que era português, que então também se encaixaria como “não brasileiro mas que fala/escreve em um idioma muito parecido com o do Brasil”.
    No geral fiquei bastante satisfeito com o conto. E, como não poderia deixar de comentar, nem alienígenas para saber o que realmente ocorreu em Dom Casmurro…

    É isso! Boa sorte no desafio!

  16. Luis Guilherme Banzi Florido
    21 de abril de 2018

    Boa tardeee! blz?

    Gostei muito! o conto é muito bem humorado (embora concorde com a catarina que as piadas são meio prontas, mas eu amo essas piadinhas, então quem liga? hehehe). as notas de rodapé são a cereja do bolo. eu comecei, tolo, sem ler as notas, até que por acaso li uma muito boa, e tive que voltar ao começo e reler tudo. valeu a pena.

    o experimentalismo tá sensacional! talvez o mais criativo até agora. quando vi seu conto na lista do site, assustei. vendo pela miniatura, lá, não havia texto nenhum além do “anúncio” de fim de página.. fiquei perplexo! “será que o conto do cara é só uma imagem bizarra do clooney com uma única palavra, “anúncio”, no corpo do texto?” aahahhaha

    mas daí abri o conto e obviamente entendi que o conto era uma imagem, e não texto.

    enfim, voltando ao que interessa.. o conto é muito bom, e acredito só ter funcionado por ser humor (de outra forma, acho que ficaria massante, afinal, quem quer ler um tcc uma hr dessas?)

    enfim, excelente trabalho! acho que tá no meu top 3 até agora.

    parabens e boa sorte!

  17. Catarina Cunha
    21 de abril de 2018

    Frase chave nerd: “Bebemos líquidos fermentados e inflamáveis, que causaram uma ruptura espaçotemporal em nossos corpos e mentes”

    Um experimento bem sucedido, com destaque para as sarcásticas notas de roda-pé. O formato dentro das rígidas normas da ABNT foram inteligentes, pois deram lastro à pesquisa científica.

    O humor não é lá muito elaborado, meio “país da piada pronta”. Mas nada que desabone a criatividade da trama e formato.

  18. Jorge Santos
    21 de abril de 2018

    Conto que surge na forma de documento científico onde um ser alienígena relata o seu contacto sexual com uma terráquea. Lê-se bem e é pautado por um humor inteligente. Fiquei algo chocado quando o autor indica Miguel Sousa Tavares como o único autor português de uma lista de autores que integra também o grande Eça de Queiroz. De resto, um texto elegante e criativo, com uma grande adequação ao tema.

  19. Thata Pereira
    20 de abril de 2018

    Esse conto me lembrou um livro que eu sou apaixonada, que se chama “Qual o seu número”, nele a personagem conversa com o leitor por meio das notas de rodapé e lembro até hoje quando e como eu estava quando tive acesso a isso pela primeira vez. Achei fantástico e um recurso que nunca encontrei até o momento, novamente.

    Cara, o conto é brilhante. Não tem muito o que dizer (apenas que o george clooney não faz o meu tipo rs’). A única critica que eu tenho é que eu tive muita, muita dificuldade de ler as notas de rodapé :/ Tentei ampliar a tela do computador, mas aí a imagem perdeu a qualidade e deu na mesma. Não tira o brilhantismo do conto, mas aceito uns analgésicos de presente do autor rs’

    Boa sorte!!

  20. rsollberg
    20 de abril de 2018

    Fala, Dr. Ross Geller/1

    Cara, jamais imaginei que a coisa que uniria terráqueos e alienígenas seria justamente a porra das Normas da ABNT. Era óbivio que tinha uma explicação, mas sério, jamais imaginei.

    O conto é genial (e aqui não falo como aqueles youtubers que acham genialidade em pacotes de batatinha), original e experimental. A estrutura usando os padrões da escrita acadêmica é simplesmente foda. Os capítulos, as notas. Aliás, nas notas, gostaria de algo mais sarcástico e menos didático, embora entenda a escolha do autor. Afinal, apesar do texto ser para “os outros”, nós também estamos lendo. Portanto, gostaria de ver mais disso: “Escritor e dramaturgo com sobrenome difícil, assim como 95% dos escritores e dramaturgos famosos” pois é irónico e perspicaz, e não apenas replica um conceito que já estamos acostumados. Contudo,,ainda assim ficou bem legal, mesmo não sendo um David William Foster tipo Graça Infinita!

    A história é ótima e não podia ilustrar melhor essa confusão toda. Os desafios de um estrangeiro em um mundo novo e louco! E uma grande sacada é que no Resumo, o personagem dá uma dica do que aconteceu, mas ainda assim você se surpreende com o desfecho.

    Enfim, achei a experiência toda foda*
    Parabéns e volte sempre

    * relação carnal entre os humanos sem finalidade de procriação, gíria para dizer que algo é excelsior.

  21. Luís Amorim
    19 de abril de 2018

    Conto experimental, mas achei um pouco cansativo o texto e com muitas notas de rodapé. Algum humor inserido mas a prosa não me cativou. Eça de Queirós é português, natural da Póvoa de Varzim.

  22. Rubem Cabral
    17 de abril de 2018

    Olá, Dr. Ross.

    Então, achei muito divertido o conto, inclusive pelas notas de rodapé e pelo formato meio ABNT de ser. Está bem escrito, tem boas tiradas e uma trama interessante também.

    Parabéns pelo conjunto: fonte, ilustração, formato, etc.

    Abraços e boa sorte no desafio.

  23. Rose Hahn
    16 de abril de 2018

    Caro Autor, alinhada com a proposta do desafio, estou “experimentando” uma forma diferente de tecer os comentários: concisa, objetiva, sem firulas, e seguindo os aspectos de avaliação de acordo com a técnica literária do “joelhaço” desenvolvida pelo meu conterrâneo, o Analista de Bagé:

    . Escrita: Bagual (tradução: porreta; Em Órion: Lacrou);
    . Enredo: Fodástico;
    . Adequação ao tema: 120%
    . Emoção: Triângulo amoroso- figura geométrica de três pontas….Fogueira, internet da época, kkkk.
    . Criatividade: Douglas Adams deve estar babando , Dr. Ross.
    . Nota: Vide nota de rodapé.

    (1) Dez
    (2) Nove
    (3) Oito
    (4) Sete….

  24. iolandinhapinheiro
    16 de abril de 2018

    Olá, autor!

    Esse conto me lembrou muito um outro publicado em mais ou menos recente desafio, pelo que creio ter descoberto do autor da façanha sob análise, mas prometo que não vou espalhar.

    A escolha do George Clooney foi muito acertada, o ator combina exatamente com o que o protagonista queria, entrar na pele de um cara gostoso com um semblante cínico e irresistível para as nativas deste planeta. O texto é leve, o formato atendo com perfeição a proposta do desafio e o texto fica muito engraçado porque a gente reconhece o comportamento humano ser examinado pela ótica quase inocente do visitante do espaço.

    Para mim o melhor momento do conto foi a surpresa do alienígena ao descobrir que o seu “amigo” podia mudar de estado ao sabor dos experientes carinhos da infiel Ana.

    Enfim, o autor acertou e conseguiu bater todos os requisitos solicitados. Até as notas no rodapé da página não chegaram a incomodar porque eram um atrativo a mais do trabalho, hehehe.

    Parabéns, campeão, lacrou!

  25. Mariana
    15 de abril de 2018

    Quando iniciei a leitura já peguei papel e caneta para o fichamento heheheheheh
    Me deparei com um conto engraçado, quase incorretamente engraçado. Me lembrou Luís Fernando Veríssimo. O formato adequa o texto ao desafio. Seria interessante uma série de textos sobre esse alienígena – ele conhecendo as comidas brasileiras, como ele se acostumou com nossas expressões, ele lidando com o brasileiro na internet. Enfim, um conto muito divertido. Parabéns e boa sorte no desafio.

  26. Paula Giannini
    5 de abril de 2018

    Olá autor(a),

    Se há algo que me agrada de uns tempo para cá em literatura, ou melhor, na arte de escrever, é a experiência. A tentativa de se contar uma história de outros modos, com outros formatos, outros apelos sensoriais, enfim.

    Certo dia, olhando para uma receita, a organização das palavras, o passo a passo, toda a estrutura me pareceu um conto. Receitas contam histórias e, afinal, de certo modo, contam mesmo. Comecei meio tímida, mas fui investindo no formato que hoje já é um original (ou quase). Porém, depois que vi por aqui um conto bula de remédio, no desafio Punk, fui lançada a um outro patamar. Tudo pode render um conto. Tudo que contenha palavras. Listas. Eu tentei. Funcionou. Imagens mescladas aos contos, vários por aqui provaram que sim. Links que nos levem a outros lugares, também. Tudo é válido. Se vivemos em um mundo onde tanto se fala em multi plataforma, imagina se na literatura isso não seria possível, não é?

    E então, me aparece por aqui este conto tese. Pesquisa escrita nas normas da ABNT. E não é que funciona? Sim, funciona e o melhor, conta uma história. Uma trama meio Rodrigueana (exagerei um pouco aqui), e o melhor, com um ótimo senso de humor. Existem piadas machistas, alguns dirão. Mas não tem jeito. Comédia é assim, sempre vai ferir brios aqui e ali.

    Gostei, sobretudo, do embasamento do autor ao lançar mão da literatura consagrada para justificar as tais piadas de homem. Dessa forma, o(a) autor(a) cria uma camada sob todas as outras, não validando um gênero machista de ser, mas mostrando que dependendo de onde vem, a coisa é lida de modo diferente. E aqui, a teoria vem embasada em pesquisa.

    Algumas obras são explicitamente citadas, outras vêm nas entrelinhas, ou melhor nas notas de rodapé, como é o caso de “Homens são de marte e mulheres de vênus”.

    Não vou dizer que concordo com tudo. Mas é um conto, não um tratado… Então… Enfim, gostei muito e é isso. Afinal não é necessário explicar aquilo que já está impresso no texto, não é?

    Parabéns pelo trabalho.

    Boa sorte no desafio.

    Beijos
    Paula Giannini

  27. Ana Maria Monteiro
    5 de abril de 2018

    Olá, Dr. Ross. Foi o conto mais divertido que li até ao momento (e já vão quase todos lidos). Antes do comentário, um apontamento: pareceu-me que houve ali um deslize no ponto 17, ou então fui eu que não entendi.
    É. Li todas as notas de rodapé, perfeitamente hilariantes.
    A história é perfeitamente mínima. O Dr. Ross foi aquilo que vocês chamam um sabido. Veio até cá, levou o pouco tempo que esteve a curtir na boa uma Ana casada e cujo marido (como corno que se preza) logo pôs fim à história.
    Realmente é experimental até onde poderia sê-lo. E funciona precisamente por estar assim. Você encontrou a fórmula exacta (fruto de outros estudos?) e conseguiu reunir conteúdo e formato de forma perfeita.
    Caso raro. Li alguns contos que só falharam por não terem escolhido o experimentalismo certo e alguns óptimos experimentalismos a que faltou o recheio.
    Aqui, como já disse, a seta encontrou o alvo (sem duplas leituras) através de um único tiro certeiro.
    Vejo este conto no Pódio.
    Parabéns e boa sorte no desafio.

  28. Evandro Furtado
    5 de abril de 2018

    Achei isso, de fato, brilhante. Construir na forma de um artigo científico foi uma ideia, sem dúvida, bastante original. Tudo foi construído muito bem e algo que contribuiu para elevar o nível do texto foram as notas de rodapé. Elas variam entre a seriedade e a comicidade e isso dá um dinamismo diferenciado. A história talvez não se adense tanto, mas alguns easter eggs são bacanas de descobrir.

  29. Fabio Baptista
    3 de abril de 2018

    Já havia lido esse conto faz um tempo, agora estou colocando em dia os comentários. Achei bem divertido e com certeza atende ao tema. Notas de rodapé são comuns, mas não como parte da trama, como é feito aqui. As imagens com a fonte que lembra uma enciclopédia também foi uma ótima sacada.

    Assim ficou bom, eu gostei, mas em alguns momentos tive impressão que talvez o humor funcionaria melhor se o pesquisador extraterrestre mantivesse sua inocência em relação aos costumes humanos e não descambasse para a putaria também usando gírias tipo “oba oba” e tal. Ficou engraçado, sim, mas quebrou um pouco o clima.

    Sobre a tese defendida… bom, eu queria ser o George Clooney para poder comprovar hauhauahua

    Abraço!

  30. José Americo
    2 de abril de 2018

    Olá Dr. Ross!
    Adorei o seu conto. Um trabalho que, este sim, deveria ser estudado nos mínimos detalhes (principalmente a parte das letrinhas pequenas), por todos os humanos-entrecontistas, pois essa sua pesquisa científica pode ser utilizada como referência de um texto experimental inovador, inteligente, leve e muito divertido. Um dos experimentos mais bem construídos do desafio e que, partindo de uma ideia genial, não se perdeu durante a execução, tornando-se (como infelizmente alguns por aqui) ininteligível. Pelo contrário, o seu trabalho conseguiu unir forma e conteúdo de maneira peculiar e cativante. Parabéns e boa sorte no desafio!

  31. Cirineu Pereira
    31 de março de 2018

    Bem sacado, quer dizer, a narrativa acadêmica, até onde consigo conceber, só poderia ser atribuída a um extraterrestre ou cientista, ou ambos. No entanto, ao meu ver, a narrativa em primeira pessoa destoa do formato escolhido. Apesar de validar o caráter experimental do desafio, eu diria que o discurso acadêmico concede ao conto uma atmosfera muito técnica e, consequentemente fria, justificada sim pelo narrador alienígena, mas incapaz de cativar a mim ao menos. Talvez se pudesse, em contraste ao formato, atribuir ainda mais humor à narrativa, quem sabe com algum desdem pela nossa espécie?

  32. werneck2017
    28 de março de 2018

    Olá, Dr. Ross!

    Se alguém procura uma receita para um conto experimental, bem sacado, bem escrito e bem sucedido, certamente seu conto é referência. No texto científico, as notas de rodapés não são desejáveis e devem ser evitadas ao máximo, mas aqui elas ganham um sabor especial, com leveza e humor. Ao ler o corpo do texto, o leitor se lança à procura delas e com elas se delicia. Parabéns pela criatividade, humor e desempenho. Muito bom texto.

  33. Evelyn Postali
    27 de março de 2018

    Definitivamente bem escrito, leve, inteligente. Um dos melhores contos que li no desafio e com uma forma muito peculiar. Gostei do personagem. Ele é cativante e, apesar da sua linguagem certinha, científica, muito bem-humorado. Esse conto pode ser classificado como de ficção científica, não é? Mas, acima disse, é um conto experimental com toda certeza.

  34. Regina Ruth Rincon Caires
    25 de março de 2018

    Interessante a construção do texto seguindo o “terror” dos acadêmicos quando da redação de seus trabalhos enviados para fundamentarem teses, monografias, dissertações, TCC, etc.

    Neste trabalho, há muita explicação de rodapé. Nem tão científicos, mas alguns são hilários. Bem escrito, poucos deslizes, visão sarcástica da vida. O planeta Terra e seus humanos complicam e motivam a existência de “registros” até mesmo de alienígenas.

    Machado de Assis, com certeza, nem de longe imaginava deixar tanta dúvida quanto à traição das suas “crias”. Dúvida eterna.

    Dr. Ross, gostei muito do seu trabalho. Inovador, crítico, bem construído, bem sacado, engraçado na medida certa.

    Boa sorte no desafio!

    Abraços…

  35. Fil Felix
    24 de março de 2018

    Boa tarde! Achei bem interessante e inusitado formatar o conto nas normas da ABNT e ir além com isso, pegando a estrutura de pesquisa científica e enviando em imagens pra se manter visível a formatação, com notas de rodapés e tudo, algo que se perderia se fosse enviado como texto. Acho que é o grande trunfo do conto. A história traz um alienígena contando suas aventuras por aqui, com passagens engraçadas, trocadilhos e explicações também cômicas. Lá pelo fim só senti, devido ao formato também, que a leitura vai ficando mais “pesada”.

  36. Ricardo Gnecco Falco
    23 de março de 2018

    PONTOS POSITIVOS = Confesso que, quando vi o campo debaixo da foto ilustrativa (na página do site onde aparecem todos os contos concorrentes do Desafio) em branco, pensei que finalmente algum(a) autor(a) tivesse tido a coragem de mandar um trabalho com um “texto invisível” para o Certame (sem nada escrito), o que seria por si só genial (mesmo que muitos não fossem gostar)… No entanto, me deparar com a sua ideia, e o trabalho que provavelmente teve para realizá-la, foi outra grata surpresa. Parabéns pela ousadia de “pensar fora da caixinha”!

    PONTOS NEGATIVOS = A necessidade de ficar “fazendo pinça” na tela do meu celular (onde leio a maioria dos textos), pra conseguir enxergar estas notas de rodapé minúsculas. Obrigado por isso, Dr. Ross… #SQN.

    IMPRESÕES PESSOAIS = Gostei da história, do personagem fanfarrão (‘pica das galáxias’…rs!) e da forma divertida e irônica com a qual decidiu contá-la. Fiquei com algumas perguntas na cabeça após terminar a leitura e, se não for pedir demais, gostaria de saber: (1) – Para quem o Jorge Clone alienígena escreveu este TCC?; (2) – A Ana (Júlia) é a mesma da música dos Los Hermanos?

    SUGESTÕES PERTINENTES = Aumentar o tamanho da fonte das notas explicativas. Ajudaria MUITO isso… No mais, parabéns pela ótima sacada.

    Boa sorte no Desafio!

  37. Priscila Pereira
    22 de março de 2018

    Olá Dr Ross!

    Muito boa sacada usar esse formato para um conto experimental! Parabéns por isso!!

    Eu achei muito irritante ter que ler as notas de rodapé, kkk, tirava o ritmo da leitura… A trama também não ajudou muito né, um alienígena vem estudar o sexo no nosso planeta, encontra uma mulher e no fim é “morto” pelo marido dela… Podia ter aproveitado mais essa boa ideia… Parece que você deu preferência ao formato deixando o conteúdo a desejar. Pode ter sido intencional, então desconsidere essa parte do comentário..kkk

    Boa sorte aí!

  38. Antonio Stegues Batista
    21 de março de 2018

    Gostei do conto, da estrutura, ou estética, também chamada de formatação mas achei que a abordagem sobre um só tema, o sexo no aspecto entre humanos, só ficou nisso, ficou fraco. A abordagem poderia se mais ampla, com mais detalhes bizarros, na ótica do alienígena, dos costumes entre humanos. A ironia e o humor ficou evidente, não há como escapar disso, num assunto tão serio, como seria a análise de um alienígena sobre o Homem. Essa é uma boa ideia que pode render outros contos, com certeza. Boa sorte.

  39. Fernando Cyrino.
    20 de março de 2018

    Meu caro Dr. Ross. Que experiência esta sua em meio aos humanos (aliás, primeiramente entre as humanas e ao final, ao receber na nuca os projetis ponto 40, também do humano marido corno da Ana). Gostei muito desse seu experimento científico literário. Ficou bacana a forma de trabalho científico que deu ao seu conto. Algumas referências estão impagáveis, tais como essa que me afirmar que noventa e cinco por cento dos escritores e dramaturgos têm sobrenome difíceis. Ficou bacana também a citação da dúvida – mesmo considerando que o nosso herói intergaláctico tem lá suas muitas sabedorias – quanto à traição, ou não, da nossa tão querida e afamada espécime fêmea Capitu. Por fim, fiquei com a impressão que o texto tão bacana e do qual gostei bastante, foi produzido por alguma humana fêmea. Será que me enganei? Grande abraço, parabéns.

  40. angst447
    20 de março de 2018

    Aí quando penso: “vou parar um pouco de revisar este TCC e descansar lendo os tais contos experimentais do EC”… e o que encontro aqui? Um artigo científico, pois não? Claro que o seu tem conteúdo mais interessante e divertido do que os que tenho lido ultimamente. Muito criativa a sua abordagem do tema proposto por este desafio que marcará época.
    Percebi todo o cuidado e a atenção que disponibilizou para elaborar este texto, não deixando de lado nem referências, nem notas de rodapé explicativas. Que ideia genial. Nem sei o que achei da história em si, ela serviu apenas de pretexto para expor o formato deste conto. Muito bom!

  41. Paulo Luís Ferreira
    19 de março de 2018

    Mas que bela exploração científica esse Dr. Ross nos fez, ao vir ao nosso Planeta só para usufruir de nossas mulheres, nos cornear? E ainda denegrir nossa capacidade sexual, oh grande capadócio! Um trabalho super experimental tanto na fórmula como em conteúdo, acrescentando-se a isso, grande dosagem de humor, e numa perfeita informação literária, ainda com direito a famigerada nota de rodapé e glossário. Um verdadeiro TCC. Um texto muito bem elaborado em sua composição, clara e super arejada, de fácil compreensão, comprovando que experimentalismo não é sinônimo de incompreensibilidade como pensam muitos por aqui. Belo trabalho.

  42. Fheluany Nogueira
    19 de março de 2018

    Criar um conto sobre um relacionamento sexual, com mulher casada e ser morto pelo marido-policial, no formato de tese ou dissertação de um artigo acadêmico foi criativo e experimental, sem nenhuma dúvida. Um dos textos que me trouxe mais entusiasmo: bem construído, irônico, divertido, fluido. Gostei dos neologismos, dos rodapés, das gírias, das referências literárias. Enfim, uma história de outro mundo! Parabéns! Abraço!

  43. Higor Benízio
    19 de março de 2018

    Muito bom, divertido pra caramba. Só poderia ter um título mais condizente, nomeando de um jeito mais engraçado a pesquisa. Recomendo o “Manual do Canalha”, de Simão Pessoa

  44. Angelo Rodrigues
    18 de março de 2018

    Caro Dr. Ross

    legal o conto. Gostei.

    Bem divertido, introduz (opa!) a ideia malandra de povoar o científico com a graça dos rodapés.

    Que trabalho buscar tantas referências sacanas!

    Trazer também de volta, ao final, a polêmica acerca Capitu e Bentinho foi legal, mais ainda quando um pesquisador das galáxias (nem ele), conseguiu desvendar se ali houve ou não alguma traição.

    Legal isso.

    Como todo ato de escrever é uma experiência, tudo certo, então.

    Boa sorte no desafio.

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Publicado às 18 de março de 2018 por em Experimental e marcado .