EntreContos

Literatura que desafia.

Roubou um coração e tem que devolver… (Mário Gomes)

É sabido que joelhos não menstruam, mas pesadas manchas avermelhadas empapavam a calça do terno branco de Rey Roberto. Sua boca – um traço retorcido pela dor – transformou-se em um vão de incredulidade, quando o Javali de solidéu e um curativo na pata entrou encoleirado ao lado do sujeito bizarro naquela falsa sinagoga.

– Que porra é essa, bicho? – Rey gritou de forma melódica, encostando a maleta no próprio peito.

– Corações não trepam! – Adolfo respondeu, abandonando o púlpito atrás do “altar”, enquanto caminhava em direção ao homem que ladeava o animal selvagem.

Sem dizer uma palavra, a figura estranha afrouxou a guia, retirou um cordão com uma esmeralda  verde do bolso e lançou na direção de Adolfo. Com extremo cuidado, que beirava a delicadeza, ergueu os óculos de aviador e encarou o sujeito vestido de rei da jovem guarda que roubara seu coração. Nada no mundo era mais forte do que a vontade de ver aquela roupa alva escrota completamente tingida de vermelho.

XXX

“O importante é que emoções eu vivi” – Rey Roberto cantou a frase pela décima e última vez antes de descer do palco e receber todo o entusiasmo de um assovio solitário do bêbado traído escorado na bancada do bar. O que era uma grande novidade, vez que a única coisa que costumava receber era o carinho do silêncio e o desprezo dos olhos revirados de todas as putas do local.  

Partiu com falsa empolgação para o camarim compartilhado, acenando para fantasmas e piscando para as sombras. “2157 dias sem dar autógrafos” diria a placa imaginária na estrada de sua vida melancólica. Há cinco anos se apresentava no Shaloom Saloon, o único bordel kosher do país. Dividia a cena com um rival que se travestia de Alcione e a miniatura de Reginaldo Rossi, o amigo – anão primordial – que era o queridinho das garotas. A grande e inevitável verdade é que os três números eram um fiasco, mas na ordem de preferência do chefe, Rey era o quarto, atrás até mesmo do servente que polia o chão fazendo o famigerado “moon walk”. Por isso, sua exagerada surpresa quando o capanga segurou seu braço, dizendo que Adolfo havia “solicitado” sua presença.

Excitado e nervoso, como um cacete virgem cheio de Viagra,  percorreu o corredor escuro, recoberto por um carpete mal cheiroso, até a sala do mandachuva. Bateu três vezes na porta de metal, interrompendo alguma ação agitada que aparentemente ocorria. “Maldito fariseu” foi o grito que ouviu. “Marrom” a sambista e a cor que tanto odiava, ela ou ele, surgiu limpando os lábios e cerrando os olhos. Imediatamente, Rey se deu conta de que havia perdido o melhor horário de sexta-feira.     

Adolfo “Rabino” Silva recebeu seu funcionário como veio ao mundo – gritando e irritado – mandando que se sentasse. Rey com sua pele de alvejante “plus” e seus olhos claros, quase ictéricos – peixe e fígado – não conseguia desviar a visão do corpo mulato e nu do patrão. Na verdade, seu olhar indeciso alternava os instantes entre a estrela de David dourada no emaranhado de pelos escuros no peito e o descomunal prepúcio que escorria do pênis do sujeito.

– Só presta atenção! – o mafioso falou, fechando o roupão prateado, para em seguida dar uma tragada no cigarro eletrônico – Tenho um “job peligroso” para você.

– Não é por acaso que me chamam de Rei terrível, bicho – o idiota respondeu, ainda com a imagem da nudez do “Rabino” na mente.

– Ninguém te chama assim.

– O Regi chama – ele respondeu para dentro, como uma criança medrosa mimada.

– Que bom. Ele vai estar contigo.

– Que barato, bicho!

– Cala a boca. Se vocês conseguirem prometo financiar seus DVDs.

– Não brinca, chefe!

– Meu irmão é um neonazista imbecil e sociopata – Adolfo falou, levantando-se da mesa e revelando mais uma vez seu camarada com excesso de pele – em sete dias, ele vai fazer um procedimento cirúrgico e arriscado em uma clinica clandestina. Seus homens vão estar atentos, mas ele vai estar completamente indefeso. Assim, nu. – ele complementou, abrindo o roupão, poucos centímetros de Rey.

– Oi?! – o sósia do Rei, perguntou e respondeu, sem conseguir se concentrar em nada que não fosse o estranho pênis do falso judeu.

– Você está me acompanhando, seu idiota?

– Claro, bicho! – exclamou no susto. Mas a verdade é que sua dislexia crônica estava potencializada pela imagem bizarra daquela aberração biológica que possuía capacidade para alavancar qualquer banco de derme. Um doador de matéria prima para os enxertos mais extensos do mundo. O soldado do futuro, ajudando esteticamente os companheiros feridos e cobrindo as trincheiras a noite. O monólogo do “Rabino” continuava, mas Rey só escutava “bla bla bla” e continuava pensando naquele caralho de sobretudo. Pensou em Regi dormindo em um saco de dormir feito para um jogador de basquete, num puxador de sacolas plásticas vazio.

– Então me traga a porra daquele coração! – Adolfo sentenciou, fechando o roupão e, sem querer, despertando Rey de seus devaneios fálicos.

– OK – respondeu automaticamente, pensando em quantos narizes, orelhas, queixos e bochechas poderiam ser fabricados com tamanha abundância.

 

XXX

Regi, o sósia compacto do Reginaldo Rossi, era um piromaníaco terrorista virtual. Sua maior felicidade era explodir coisas em jogos multiplayer. Portanto, quando viu Rey Roberto chegar com uma maleta presa a tiracolo e dois javalis, tentou controlar a respiração e os batimentos para não se auto-detonar.

– Que porra é essa?

– Você que pediu! Deu um trabalhão encontrar esses dois!

– Pedi um RPG  7V, ou um Panzerfaust, ou uma Bazuca ou um Javelin !

– Então, consegui esse último. Dois, na verdade.

– Para que dois?

– Você disse que era bom ter um de reserva, bicho!

– Puta que pariu! O “Rabino” vai matar a gente.

O anão ficou de joelhos, coisa que ninguém nunca havia visto, e tentou juntar-se ao asfalto. Rey contemplou a modesta clinica clandestina, que mais parecia um bunker urbano, olhou para o amigo e disse;

– Não sabia que anões ajoelhavam.

– É que talvez não exista um sentido cósmico para isso.

– A natureza é perfeita, bicho.

– Não! Não é. Você, os pernilongos, o ornitorrinco e a ejaculação precoce dos vulcões são a prova disso.

– Acho que vi um anão em uma série se ajoelhar, mas pode ter sido efeito especial.

– Cale-se e me deixe pensar.

– Como vocês fazem para rezar?

– Plantamos bananeira! O que tem nessa maleta?

– Nada! É para o coração.

– Um pouco mal dimensionada, não acha?

– Os anões da branca de neve vestem-se como os duendes de jardim como tática de camuflagem?

Um dos javalis mordeu a bunda de Regi, que levantou-se com uma agilidade de um guerreiro da terra média e se afastou limpando a poeira do joelho. Caminhou furtivamente até a parte lateral da clínica, sem deixar que os capangas de prontidão notassem sua presença. “Expurgo” dizia uma placa presa num duto largo de plástico sólido. As explosões ficariam para outro dia, o homenzinho pensou.

– Espero que esses bichos estejam famintos.

XXX

Jacó “Muller” Silva enfim estava prestes a realizar seu sonho. Olhou para o albino com a garganta cortada deitado ao seu lado e sorriu. Gostava de dizer que não ligava para a opinião dos outros, mas no fundo se incomodava com as risadas anônimas das sombras que normalmente precediam sua chegada. Era um sujeito bastante temido, sem dúvidas, especialmente por sua crueldade. Porém, um neonazista mulato irmão gêmeo de um autoproclamado rabino não gerava muita credibilidade fora do submundo do crime de revistas em quadrinhos. Queria sair das trevas, levar suas bandeiras para o mundo. Nunca se preocupara muito com a tal supremacia ariana, o ódio era o seu maior impulso. A causa lhe servia bem.

A máscara de oxigênio parou de pinicar o seu nariz. Sentiu-se leve, como uma strudel de maça depois de um eisbein bem temperado. Encarou seu médico genial, que colecionava citações em manuais de ética profissional, e anuiu com um leve aceno de cabeça. Antes de adormecer, e abandonar seu último devaneio pela metade, escutou uma figura parecida com Martin Luther King gritando abaixo de uma bandeira da SSWhite at last, White at last, White at last!”

XXX

Os javalis vorazes foram na frente limpando a passagem. Dragas sugando gordura, seringas, gazes e um bocado de pele desprezada. Regi e Rey iam no encalço das bestas, como exploradores medrosos atrás dos nativos famintos por espelhos.  Após alguns minutos de agonia gosmenta e nauseante, ultrapassaram o gradeado que ficava no fim do duto. Os quatro caíram estatelados no chão da sala cirúrgica, tal qual uma placenta vencida de um grupo mal formado.  O médico e seu assistente arregalaram os olhos quando viram os estranhos intrusos.

Obviamente, os porcos selvagens foram os primeiros a reagir.  Muito instinto e pouca confusão, recém-acostumados com o gosto de gente, partiram para abocanhar os corpos deitados na maca. O mais inteligente dos dois arrancou parte da barriga do cadáver albino. O menos privilegiado, quando tentou fazer o mesmo com Jacó, recebeu uma carga de 360 Joules que o lançou já desacordado na parede. Segurando o desfibrilador, o cirurgião tentou repetir a façanha com o outro predador, mas foi interrompido por Rey e sua maleta pouco proporcional.  Com a pancada na nuca, o sujeito já caiu desacordado. Movido por um espirito vingador de pupilo abandonado, o auxiliar ergueu o bisturi, mas antes que pudesse fazer algo foi interrompido por Regi e seu três-oitão cano longo.

Quando tudo parecia sob controle, o Javali cansado do marasmo e sem a mínima noção do conceito de time, avançou sobre o anão em um frenesi demoníaco. Sem titubear, cravou seus dentes na garganta de Regi, que ainda conseguiu disparar duas vezes sua arma antes de sucumbir. O primeiro disparo arrancou parte da orelha do animal, enquanto o segundo acertou a testa do assistente promissor, para todo o sempre promissor.

Rey se levantou, chorou alguns segundos a morte do colega, soluçou um punhado de vezes e recebeu uma mordida na altura do joelho.  “Filho da puta, bicho” foi o que ele gritou um pouco depois de alcançar a arma e disparar três vezes. Um dos projeteis acertou a pata do porco, que recuou com sangue e saliva ainda escorrendo de sua boca.  Mancando, o sósia do cantor se agachou ao lado do médico – que começava a recobrar a consciência – encostou a arma em sua têmpora e ciciou algo em seu ouvido.  Sem parecer acreditar no que acabara de ouvir, o homem cambaleou vagarosamente até a cama onde o chefe, com partes do corpo ainda em carne viva, dormia anestesiado. Ligou alguns aparelhos, sem nunca conseguir fugir da mira da revolver, e puxou a bandeja com os instrumentos cirúrgicos para perto de si.  Abriu a maleta que Rey trouxera e teve que segurar o riso quando seu conteúdo foi revelado; uma dúzia de cubos de gelo e algumas folhas de plástico-bolha. Afastou a joia do cordão que o chefe carregava na altura do peito e fez a primeira incisão, rezando para que os capangas tivessem escutado toda balburdia. A morte do paciente era a sua própria morte.

XXX

“The green heart” tem uma história fantástica. Mas, o que vocês realmente precisam saber é que ele foi descoberto na antiga Rodésia e rodou por toda a Europa, até chegar às mãos de Goebbels, que o perdeu em uma disputa de Poker para uma prostituta polaca especialista em pompoarismo, que no caso é a bisavó dos irmãos mafiosos.

XXX

– Seu imbecil! Olha o que você fez com o meu irmão – Adolfo falou segurando o coração verde entre os dedos.

– Pô, bicho!

– Agora o desgraçado vive graças a um coração de porco!

Jacó largou a guia e esperou seu irmão de sangue realizar o serviço.

 

“Correndo descobri, Que o tal coração, Era uma joia pendurada Num cordão”

(Roberto Carlos e Getúlio Cortes)

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8 comentários em “Roubou um coração e tem que devolver… (Mário Gomes)

  1. Gustavo Castro Araujo
    26 de maio de 2017

    Sensacional, bicho! Tantas emoções num conto só… Um conto para ler nas curvas da estrada de Santos. Camarada… Tá bem, chega kkkk Rapaz, eu ri muito aqui. Uma tirada melhor que a outra. “dislexia crônica estava potencializada pela imagem bizarra daquela aberração biológica que possuía capacidade para alavancar qualquer banco de derme. Um doador de matéria prima para os enxertos mais extensos do mundo. O soldado do futuro, ajudando esteticamente os companheiros feridos e cobrindo as trincheiras a noite.” – fantástico. Bem humorado, divertido e politicamente incorreto – vide as referências ao anão ajoelhado. E o melhor é que há um enredo. Sim, não é exatamente claro quem foi roubar o quê, ou onde, mas isso, diante da habilidade do autor acaba sendo de menor importância. É óbvio que o conto não irá agradar a todos, seja pelo surrealismo, seja pela falta de linearidade, mas funcionou bem comigo. Diferente, ousado e cheio de referências. Posso imaginar que o autor se divertiu pacas enquanto o escrevia. E no fim, é isso o que importa. Parabéns!

  2. Sick Mind
    25 de maio de 2017

    Eu ri, principalmente dos diálogos. Mesmo que eu não tenha entendido completamente, o texto tem um bom ritmo, o que garante uma leitura rápida, apesar de confusa.
    Em casos surreais como esse, fica difícil se basear em critérios padrões para avaliar o conto. Portanto, acredito que a diversão que a leitura proporciona, a gramática e o adequamento ao tema, tenham mais peso na hora de dar uma nota.
    Ter baseado os personagens em figuras populares da música brasileira, facilitou mto a criação de uma imagem mental. O autor(a) não precisava insistir tanto no órgão sexual de Adolfo, depois da segunda vez falando sobre o prepúcio, a repetição já perdia a graça.
    O regulamento apenas diz que o conto deve se basear na figura tema do concurso, sem outras exigências. Ela está presente, então para mim parece OK.

  3. Andreza Araujo
    24 de maio de 2017

    Tá, ok, eu acho que entendi depois de ler o início e o final umas dez vezes. O tal coração que Rey deveria roubar era uma joia, isso ficou claro, acho (porque não tenho certeza de nada, mas vou seguir em frente). Só que o “idiota” do Rey rouba o coração (órgão) do Jacó, que estava realizando um procedimento médico(?) que eu não entendi. O cérebro dele seria transplantado no corpo albino que estava ao lado? Seria um transplante; de quê?

    Bem, ok, sigamos. Rey pega o coração de Jacó e entrega para seu irmão Adolfo, sendo que precisaram transplantar um coração de javali em Jacó para que ele continuasse vivendo, ok… E no final Jacó solta o javali para que ele termine o serviço (matar Rey, acredito). Enfim, o texto é tão confuso que chega a ser irritante depois de um tempo. Ademais, não achei a imagem-tema bem inserida no texto. Havia mala e havia javali, mas e a vestimenta, qual o propósito? Parece que apenas inseriu a imagem no conto, e o ambiente da foto sequer faz sentido com a cena narrada. Mas o texto é bem criativo, preciso ser justa.

  4. Ricardo Gnecco Falco
    23 de maio de 2017

    Olá autor/autora! 🙂
    Obrigado por me presentear com a sua criação,
    permitindo-me ampliar meus horizontes literários e,
    assim, favorecendo meu próprio crescimento enquanto
    criativa criatura criadora! Gratidão! 😉
    Seguindo a sugestão de nosso Anfitrião, moderador e
    administrador deste Certame, avaliarei seu trabalho — e
    todos os demais — conforme o mesmo padrão, que segue
    abaixo, ao final.
    Desde já, desejo-lhe boa sorte no Desafio e um longo e
    próspero caminhar nesta prazerosa ‘labuta’ que é a arte
    da escrita!

    Grande abraço,

    Paz e Bem!

    *************************************************
    Avaliação da Obra:

    – GRAMÁTICA
    Poucos erros. Algumas concordâncias e problemas com palavras iniciando com maiúscula após vírgulas e coisas do tipo.

    – CRIATIVIDADE
    Muita criatividade. Talvez até em excesso. Porém, nota-se a intenção do/a autor/a de flertar com o nonsense e o surreal.

    – ADEQUAÇÃO AO TEMA PROPOSTO
    Não vi muita adequação, porém podemos encontrar javalis, mala e até mesmo trajes que remontariam à imagem proposta.

    – EMOÇÃO
    É um misto de show de horrores com pastelão. Um jeito irreverente de contar uma história que, se o leitor não se permitir embarcar no estilo, não conseguirá curtir a viagem proposta pelo/a autor/a.

    – ENREDO
    Funcionários em fim de carreira de um bandido igualmente medíocre recebem a missão de roubarem uma joia em posse do irmão de seu chefe. Contudo, por um mal entendido, partem para assassinar o parente de seu empregador, trazendo após o feito o coração (órgão) daquele e não o coração (joia), o que lhes causa grandes consequências.

    *************************************************

  5. Pedro Luna
    23 de maio de 2017

    Bom, confesso que achei a trama chata e confusa. Não aconteceu nada que prendesse a atenção ou despertasse a vontade de ir até o final. É despretensioso, mas os personagens não ajudam a sustentar essa despretenciosidade toda.

    No entanto, há pontos positivos na construção, como: ““2157 dias sem dar autógrafos” diria a placa imaginária na estrada de sua vida melancólica”, não sei pq, mas adorei essa construção. Se desenhou perfeitamente em minha cabeça. Demais mesmo.
    Porém, ao mesmo tempo existem construções constrangedoras e ruins como: Excitado e nervoso, como um cacete virgem cheio de Viagra

    Então, no geral, não achei um conto bom porque a história, o ponto forte, aqui foi o fraco.

  6. Evelyn Postali
    21 de maio de 2017

    Oi, Mário Gomes…
    Gramática – Sem erros visíveis. As construções das frases são boas. O entendimento, no entanto…
    Criatividade – Preciso parafrasear você autor(a)… – Que porra é essa?
    Adequação ao tema proposto – Não sei dizer o quanto, mas por pouco não foge javali, casaco, óculos, mala…
    Emoção – Eu me senti vendo Roberto Carlos Em Ritmo de Aventura, a 300 quilômetros por hora, tudo junto reunido outra vez, com direito a cantoria. E talvez tenha sido por isso que não consegui me situar muito na história.
    Enredo – E, por não ter muito me encontrado nessa coisa toda, culpo o enredo e a construção dos personagens.
    Boa sorte no desafio!
    Abraços!

  7. Olisomar Pires
    21 de maio de 2017

    1. Tema: adequação inexistente.

    2. Criatividade: Muito boa. Crimes cometidos por trapalhões acompanhados de javalis.

    3. Enredo: Há uma certa linearidade nos eventos narrados, mas são tantas informações jogadas ao mesmo tempo que confunde o leitor.

    Algumas tiradas são muito boas e cômicas.

    O surrealismo da coisa toda é que torna tudo meio cansativo.

    4. Escrita: Bem escrito, sem erros que pudesse ter notado.

    Estilo largadão sem compromisso com a realidade. Os personagens como artistas covers são bem divertidos.

    5. Impacto: Baixo.

    Pareceu-me uma apresentação de stand up meio apressada. Não há tempo para compreensão da piada e já vem outra, no final até existe o riso, mas não se sabe bem do quê se está rindo.

  8. Anorkinda Neide
    20 de maio de 2017

    Ixi.. pela segunda vez veio a um conto dizer: entendi nada! e pior nao vou reler pra entender…sorry
    espero que tenha leitores mais simpáticos a tua causa… boa sorte.

E Então? O que achou?

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Publicado em 20 de maio de 2017 por em Imagem - 2017.