EntreContos

Literatura que desafia.

Da solidão na Solidão (Detentor da fé)

Eis aqui esse monstro, que devora homens e mulheres, idosos e crianças, com dentes afiados e presas imensas e pontiagudas, com olhos vermelhos, opacos e vazios, com a pelagem que se mistura e se camufla ao cinza do dia a dia, que espreita as esquinas a noite sedento e voraz.

Antigamente a criatura habitava as selvas e florestas pelo mundo todo, mas agora se aventura pelas cidades, vilas e metrópoles, causando atrozes crimes só por causa de sua natureza inegável e inconveniente que o impede de bondade e pacifismo, que como uma praga espalha ao medo, o desespero e a morte por onde passa, nunca foi testemunhado um mostro tão grande quanto a Solidão.

Na forma de um arruar de javalis selvagens a Solidão corria pelas ruas da cidade, procurando novas vítimas para primeiro quebrá-las os joelhos, depois derrubá-las em agonia e por fim consumi-las até o total desespero que remete a cada um dos seres humanos sãos, até que por fim a essência tenha sido totalmente devorada do corpo.

Diferente do arruar, este javali em especial se distanciava do grupo, por ser o mais violento e faminto de todos os existentes se destacando por suas ações contra os homens.

Com orgulho ele se lembra todos os dias de sua primeira vítima, da brutalidade e da frieza que teve ao destroçar cada esperança e felicidade de uma pobre jovem, afundando-a num mar sem fim de pensamentos doentios e de tristezas sem sentidos. Cada vez que se lembrava dela vinha em sua mente uma alegria, e sua boca começa a salivar só da recordação da macia carne que consumiu por meio de cogitações.

Claro que houve mais de uma, houve exatas quinhentas e cinquenta e quatro vítimas. Como as que vieram depois da jovem noiva, como o idoso sem-teto, profundamente devastado e que por fraqueza se entregou ao alcoolismo, depois as diversas crianças, órfãs, abandonadas e negligenciadas, e mais incontáveis outros, que com um sorriso foram destruídos sem menor remorso.

Mas há muito tempo o javali procurava sua maior presa, uma digna de ser destroçada, lacerada, esfolada e violentada por sua mente sem sentido e nociva, procurava o homem que detinha toda a felicidade do mundo, aquele que desafiava seu reinado de maldade e apartamento sem mesmo saber da existência de tal domínio de terror e tristeza.

O javali, depois séculos de procura e de isolamento cresceu de uma maneira que os outros do arruar começaram a temê-lo por seu espírito vultuoso e obsessão com uma caçado sem fim e imaginária. Seus olhos avermelhados agora brilhavam, suas presas pontiagudas se tornaram estacas de ferro e osso, seus dentes afiados apodreciam e exalavam o cheiro forte de decepção e de malefícios, a pelagem de cinza se tornou um negro mais escuro que a noite, trazendo contrastes com o breu noturno ou tubular, e seu focinho se desenvolve para infligir dor nele mesmo, para fazê-lo perseguir o cheiro do sangue sempre que respirasse.

Quando dormia a criatura sonhava, com sonhos medonhos que fariam qualquer um que os vissem chorar e tremer, mas que para ele era a suprema felicidade, pois lá fazia o que mais amava, nas profundezas de seu subconsciente sonhava com maneiras novas de introduzir a solidão de maniras absurdas na mente dos pobres coitados que ficavam em seu caminho.

Mas foi na semana de todos os santos que ele descobriu seu Nêmeses, dentro de uma igreja ele encontrou o homem sentado na frente da imagem de um Santo de armadura.

Diferente do javali, o homem se mantinha feliz, sempre sorridente e radiante, este se mantinha forte na fé apesar de todos os maus que já haviam sido causados em sua vida, maus que os javalis menores tentaram em vão causar.

Mas este é o homem que há muito tempo o Javali procurava. Ao vê-lo pela primeira a criatura salivava em êxtase, lambendo os lábios religiosamente ao se imaginar destruindo a fé deste que tanto tem.

Não seria o primeiro beato que destruiria, não seria a primeira pessoa que faria deixar de acreditar em Deus, e com um sorriso selvagem o Javali invadiu sua mente e começou os preparativos para a destruição dos muros.

A primeira barreira que deu com a cabeça foi o de suas amizades, que em segundos foi posta ao chão desconstruindo todos os conceitos de seu círculo fraternal, fazendo-o se fechar imediatamente, pois tamanho era o poder da Solidão sobre os vivos.

O segundo foi o círculo de sua família, uma muralha de tijolos cozidos, sem portas nem janelas, somente cimento de primeira qualidade, resistente a impactos e perfurações, mas o querer do Javali era maior que tudo isso, e com um grande esforço pôs a barreira abaixou, deixando somente o esqueleto em pé, caminhando sobre os cacos dos tijolos quebrados ele balbuciou e se deleitou com sua força.

Antes da essência do homem havia uma terceira barreira, a fortaleza da fé, erguida sobre cacos de decepções, composta de blocos de mármore, revestidos de ferro fundido e aço polido, com ligamentos de cobre e latão, e com dobradiças adiamantadas, tornando-a sólida e resiliente como está sensação que era tão forte aos olhos do homem.

A solidão ao ver tamanha construção sorriu, e deu com sua cabeça novamente, mas diferente das demais vezes ele sentiu dor, e assim tentou exaustivamente por abaixou tamanha adversidade a sua existência até que, por fim, desistiu, não por falta de tentativa nem por falta de poder, mas por falta de fé, falta da fé que movia seu Nêmeses, pois o combustível desta não era só a crença em Deus, mas a confiança que depositava em suas ações, familiares e amigos, deixando o Javali derrotado em seu interior.

Mas agora a criatura estava pressa na mente sã do homem que a abateu, presa entre a fé e a recém-construída muralha de sua família, ficou presa até que a solidão consumiu a Solidão, fazendo o enorme Javali chorar por sua liberdade.

Diferente de todos que poderiam manter tal atrocidade cativa, esse homem decidiu não exterminá-la, ao invés ele abraçou-a com toda a ternura que não merecia, dando ao Javali um conforto que jamais ousou sonhar, dando ao monstro perdão e trazendo a ele alegria.

Dado o carinho, a Solidão deixou sua forma bestial, sua pelagem voltou a ser o cinza costumeiro, suas presas reduziram e se cegaram, seu focinho afrouxou a dor que sentia e seus olhos voltaram a ser marrons.

Agora não representava esse odiável sentimento que era a solidão, agora ao lado do homem era a espereça de suas posteriores vítimas. Com seu novo companheiro o Javali desbravou a escuridão que deixou na mente dos frágeis em pesamentos.

O homem com sua máscara respirava os gases nocivos para a essência, com sua mala levava os aparatos de reparação espiritual e com sua capa se protegia das lágrimas antigas e coaguladas, sendo guiado por seu amigo, a Solidão, que em com um sorriso o ajudava com gosto aqueles que um dia despedaçou.

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18 comentários em “Da solidão na Solidão (Detentor da fé)

  1. Olá, Detentor da Fé,
    Tudo bem?
    Você criou uma espécie de fábula urbana. Um conto com uma atmosfera muito interessante e com uma analogia mais que válida entre a figura do Javali, muitas vezes associada ao mal e ao demônio, como sendo a personificação do vazio existencial. Uma excelente premissa (ao menos para mim).
    A falta de revisão prejudicou um pouquinho o seu conto, mas não falarei disso aqui, já que li nos comentários que esse ponto já foi citado inúmeras vezes.
    Mas, gostaria de falar (entenda que esse é o meu ponto de vista) sobre o maniqueísmo empregado no conteúdo. Sei que você criou uma fábula e tal estilo sempre traz uma “lição no final”. Sei também, que colocou o seu ponto de vista dentro da história (e afinal todos nós fazemos o mesmo), mas creio que a figura do homem religioso como sendo o único a não se render à dor do Javali, pareceu um pouco forçada dentro do texto. Quando a gente lê que é um homem na igreja, já sabemos tudo o mais que virá pela frente. Há que se ter cuidado com certos assuntos, pois eles são arquétipos fortes demais e, muitas vezes, acabam encerrando nossa trama antes do fim. No caso aqui, o leitor meio que se sente levando um sermão. Se você tem amigos, família, religião, você está livre da solidão. Bem, sabemos que, infelizmente na vida real não é bem assim, não é?
    Em todo caso, creio que você é um ótimo(a) contador de histórias. Gostei especialmente do tom da narrativa até o momento em que apareceu o tal homem de fé e não cheguei a desgostar da continuidade. Talvez você pudesse ter apertado mais o parafuso e assumido que se tratava de um tipo de texto doutrinário, ou, quem sabe o tal homem de fé poderia ser Deus ou Jesus em pessoa, criando um ar de batalha do bem contra o mal mais assumida. Mas essa seria uma outra história e a que você criou é “Da Solidão na Solidão”, aliás, uma bela imagem mostrando que a dor está na dor. Se é que me fiz entender.
    Parabéns por escrever e boa sorte no desafio.
    Beijos
    Paula Giannini

  2. Brian Oliveira Lancaster
    26 de maio de 2017

    EGO (Essência, Gosto, Organização)
    E: Abordagem existencialista interessante. Quase uma prosa poética. Pega um pouco do conceito da animação Divertidamente e aplica camadas mais sóbrias ao seu contexto. Foi o texto mais estranho que li até agora. E isso não é ruim, mostra o quanto o autor é criativo.
    G: A narrativa cansa um pouquinho em alguns momentos, talvez se existissem alguns diálogos, quebraria a monotonia temporária. É um texto mais reflexivo e gosto desse estilo. Mas achei sobrecarregado demais. No entanto, quando as coisas vão se delineando para o fim, a compressão geral fica muito melhor e o final atinge o objetivo de surpreender. Gostei, mas daria para enxugar certas partes.
    O: Tem alguns errinhos e tempos verbais inconstantes, mas não quebram o ritmo da boa leitura.

  3. Roselaine Hahn
    26 de maio de 2017

    Olá Detentor da fé, primeiro, não perca a fé na sua escrita, continue na labuta da pena. Sobre o conto, primeira dica, revisar, revisar, revisar, e qdo. terminar, revise mais uma vez, eu sei, é um saco, mas a partir das revisões é que chegamos ao que realmente queremos contar. Apesar da fluidez do texto ter sido prejudicado pelos erros de digitação/gramática, ele tem uma densidade pedindo para ser explorada, a questão da fera entrar nas dores da mente do homem, escancarar os piores medos da humanidade, gostei disso. Gostei tb. do homem de fé, que manteve a fortaleza intacta, não foi abatido pelo mal e de lambuja, arrebanhou o monstro; talvez a conversão do javali tenha sido rápida demais, dá pra trabalhar mais um pouco a batalha entre os dois, enfim, uma história de terror com autoajuda, Stephen King com Augusto Cury, diferente. Boa sorte aí no desafio.

  4. Antonio Stegues Batista
    24 de maio de 2017

    Também notei que faltou uma boa revisão no seu texto. Acho que você se precipitou em enviar logo, ou não teve tempo para corrigir. O conto parece uma fábula,a essência basicamente um sentido figurado, mas os erros atrapalharam a leitura e por consequência, a compreensão de algumas palavras. De qualquer maneira achei um bom enredo só precisa uma boa revisão.

  5. Vitor De Lerbo
    24 de maio de 2017

    A analogia é interessante e válida.

    Porém, diversas partes ficaram confusas, não apenas pelos erros gramaticais, mas também por misturar o javali metafórico com um literal.

    Diminuir as frases e revisar bem o texto pode ajudar esse conto, que me parece mais um ensaio sobre a solidão.

    Boa sorte!

  6. angst447
    23 de maio de 2017

    Olá, autor, tudo bem?
    O título do conto já revela um tom mais intimista, talvez filosófico da trama.
    O tema proposto pelo desafio foi abordado de forma metafórica. Deu uma forçadinha no final para incluir todos os elementos, dando-lhes outra conotação, mas tudo bem.
    Como já foi dito pelos colegas, há muitos erros que escaparam à sua revisão. Aconselho a rever a pontuação, também.
    espreita as esquinas a noite > à noite
    com uma caçado sem fim e imaginária.> como uma caçada sem fim e…
    e seu focinho se desenvolve > … se desenvolveu
    apesar de todos os maus > apesar de todos os males (mau é oposto de bom/ mal é oposto de bem)
    como está sensação que era > como essa (ou aquela) sensação que era
    por abaixou > pôr a baixo
    homem era a espereça > esperança
    que em com um sorriso > que com um sorriso
    o ajudava com gosto aqueles > ajudava com gosto aqueles
    O ritmo do conto ficou um tanto prejudicado devido às frases muito longas. Dica: quanto mais longa a frase, maior a chance de se perder o raciocínio e cometer erros.
    A ideia de transformar a solidão em um javali demoníaco até que ficou interessante, mas o tom de lição de moral desbotou as cores da sua narrativa.
    O conto apresentou problemas? Sim, apresentou, mas isso não quer dizer que você, autor, deva desistir da sua criação. Vale agarrar sua premissa e desenvolver sua ideia sem pressa ou medo. Siga em frente!
    Boa sorte!

  7. Anorkinda Neide
    23 de maio de 2017

    Olá, autor(a)
    Vc quis fazer uma metáfora, mas ficou difícil, né? Colocar um javali nisto tudo, embora eu ache q a imagem final que vc alcançou foi exatamente a proposta pelo desafio, isso foi bom 🙂
    Todos ja falaram da revisão que realmente faltou, faltou paciência, acredito, para cuidar do texto, não só gramaticalmente como no enredo.
    Vc alcançou minha emoção qd ao final do segundo parágrafo, revelou a Solidão, mas dae parei pra revisar o q ja tinha sido dito e não encaixou sabe… o javali com a Solidão, acho que ele não vestiu bem a carapuça.. hehe como já disseram pareceu mais com depressão. É tudo uma questão de trabalhar melhor a ideia na sua cabeça pra depois estruturá-la num texto, de repente fazendo um esquema antes.
    Então, devido a estas falhas o conto não está tão palatável, mas ele merece uma atenção sua, acolha-o, não o deixe só ^^!
    Abração e boa sorte

  8. Jowilton Amaral da Costa
    23 de maio de 2017

    : Não gostei do conto. A atmosfera de terror é até conseguida, sobretudo devido ao vocabulário usado. A execução é que não ficou nada boa. Frases longas e muitos erros que passaram na revisão, se é que houve alguma revisão. Percebi um paralelo com a estória dos três porquinhos, quando o javali Solidão tenta derrubar o homem de fé, achei interessante isso. No todo, o conto precisa de uma grande reavaliada e o autor continuar praticando. Boa sorte.

  9. Neusa Maria Fontolan
    23 de maio de 2017

    História fraca, ta mais pra uma lição de moral. Eu cheguei a acreditar que estivesse ouvindo um sermão, de um pastor ou padre.
    E sinceramente não vi o tema do desafio aqui neste conto, a solidão foi forçada a tomar a forma do javali.
    Porém, leva ponto positivo por ter escrito, eu nem isso fiz.
    Boa sorte no desafio
    um abraço

  10. Evelyn Postali
    22 de maio de 2017

    Oi, Detentor da Fé,
    Gramática – Erros de gramática, pontuação… Uma revisão pode desfazer os entraves da leitura. Frases looooooooooooongas, 100 or! Quase perdi o fôlego ao lê-las.
    Criatividade – Bem diferente. Gostei da roupagem da Solidão. Um javali enorme e assassino para os que não conseguem lidar com ela.
    Adequação ao tema proposto – Talvez, por se tratar de um conto mais reflexivo, a imagem do desafio tenha se diluído e não esteja muito clara para mim.
    Emoção – Talvez, em outra ocasião, esse conto tivesse provocado em mim uma comoção insuportável porque trata de algo demais humano e quase uma doença para aqueles que não encontram em si mesmo as respostas e a base sólida para a vida. Hoje, no entanto, não arrancou de mim, uma emoção mais significativa. Apenas uma boa reflexão sobre nossas dúvidas e medos e nossas mais altas e frágeis ou fortes muralhas.
    Enredo – Começo meio e fim. Desenvolvimento coerente, num crescendo.
    Boa sorte no desafio!
    Abraços!

  11. Luis Guilherme
    22 de maio de 2017

    Ola, amigo, tudo bem?

    Pessoa desculpas antecipadas por possíveis erros na escrita, odeio digitar no cel rsrs.

    Vamos la: primeiro, achei legal a abordagem diferenciada do javali. Foi a primeira do tipo q li ate agora. Pontos pela inovação.

    Porém, nao posso dizer que gostei do conto, infelizmente. Primeiro, tem muitos erros de revisao, gramática, pontuaçao, etc. Isso atrapalha bastante a fluência do texto.

    Tambem nao gostei do teor excessivamente moralista. Percebi que procurou passar uma mensagem otimista sobre nao se deixar derrubar pela solidão e sobre perdão, mas me incomodou um pouco o teor heroico do personagem, na boa e velha luta do bem contra o mal.

    Enfim, a ideia foi boa, mas a execuçao nao me conquistou.

    Ainda assim, Parabens pelo trabalho e boa sorte! !

    • Luis Guilherme
      22 de maio de 2017

      A tempo: nao entendi muito bem o título. Achei que ficou meio estranho.

  12. juliana calafange da costa ribeiro
    22 de maio de 2017

    Ufa! Q frases longas, hein? Isso foi proposital? Me deixou sem fôlego essa sua falta de pontos… rsrs. Qual o significado da palavra “arruar” no seu conto? Todas as definições que conheço não se encaixam no sentido que vc deu a ela, que parece ser de lugar, ou de coletivo… Tem muitos erros de revisão e tudo isso junto contribui pra dificultar a leitura e o entendimento do conto. Não vou listá-los todos, mas são muitos erros mesmo. Assim, o que eu entendi foi que havia um bestial e descomunal javali chamado Solidão. E q ele por sua vez era muito solitário. O javali vivia a invadir e devorar a mente dos homens, derrubando uma a uma suas barreiras, ou muros, que correspondem aos valores e amores da vida da pessoa (família, amigos e religião). Nesse momento fiquei na dúvida se o autor não estava confundindo solidão com depressão, que é uma doença que faz mesmo a pessoa se afastar dos amigos e da família… Bom, um dia essa besta fera encontra um homem que resiste em sua fé e assim aprisiona o Javali Solidão/Depressão em sua mente, porém o perdoa e o acolhe, curando assim o Javali Solidão de sua terrível solidão/depressão. Ele afinal só precisava se sentir acolhido… É isso? Se é isso, acho q a ideia é válida e bastante interessante, apesar do tema da fé não ser muito a minha praia. De qualquer forma, poderia render uma boa história. Mas definitivamente vc precisa reescrever, dando mais atenção e carinho às palavras usadas e sua grafia correta, à construção das frases, ao diferenciar “Solidão” de “solidão”, etc., pra que o leitor compreenda, se envolva e se emocione com a história. Também não vi, exceto pelo javali em si, conexão com a imagem-tema do desafio. Boa sorte!

  13. Ana Monteiro
    22 de maio de 2017

    Detentor da fé. Por algum motivo escolheu este pseudónimo, não é? Não vou comentar as letras que faltam, as palavras por vezes mal escritas, a ausência de revisão. Tem bastante disso. A história em si é sobre a solidão, no entanto o que vi retratado foi mais a depressão. No entanto a história está bem desenvolvida. É muito moralista, mas isso costuma ser bastante apreciado. Eu não gosto de moral nem de heróis só bons e monstros só maus,mas isso não irá alterar a pontuação a atribuir. O conto é bastante criativo e está bem construído, ainda que um pouco lento, ou excessivo nas descrições do javali. Tem um bom enredo, ainda que pouca emoção. Adequa-se ao desafio proposto. No geral, resulta bem. Boa sorte.

  14. Iris Franco
    21 de maio de 2017

    Oi, tudo bem?

    O texto é interessante, mas o enredo deixou um pouco a desejar.

    Faltou mais emoção, suspense, instigar o leitor.

    No quesito criatividade, você arrebentou, mas faltou colocar mais emoção.

    Boa sorte!

  15. Matheus Pacheco
    21 de maio de 2017

    Alguem andou comento letras no conto, como se pode perseber no “mostro” onde se presume ser monstro.
    É um conto legal, mas com paragrafos muito grandes.
    Um abração ao autor.

  16. Milton Meier Junior
    21 de maio de 2017

    Alguns erros de revisão, mas nada que comprometa a leitura. Uma história bastante original e que consegue manter a atenção do leitor até o fim. Nada mal, nada mal mesmo.

  17. Andreza Araujo
    20 de maio de 2017

    O início não me cativou muito, as cenas deixavam claro que se tratava de uma história sobre um javali assassino, mas não havia entendido a motivação. Então você me desconstruiu conforme a narrativa avançava, trazendo para o conto algo bem mais profundo e simbólico.

    Ponto alto para a parte em que o muro é reconstruído e o javali fica preso e sozinho. Tem uns errinhos bobos de revisão, como ausência de “vez” em “Ao vê-lo pela primeira a criatura”, e “pesamento” ao invés de “pensamento”, nada que tenha atrapalhado a leitura. Senti falta de mais enredo, mas o texto certamente passa o seu recado ao leitor.

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Publicado em 20 de maio de 2017 por em Imagem - 2017.