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Literatura que desafia.

Vou estar fazendo (Rafael Sollberg)

melting_clock09

Tal qual um operador de telemarketing, Michel vivia de gerundismo.  Não por outra razão, jamais conseguiu concluir algo que havia proposto.  

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83 comentários em “Vou estar fazendo (Rafael Sollberg)

  1. Rsollberg
    28 de janeiro de 2017

    Valew, turma!
    O Michel do conto foi uma referência ao nosso Presidente fofíssimo.
    Obrigado pelos comentários.
    Bjs e abraços!

  2. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Um conto bem simples, um texto bem inteligente com poucas palavras, e essa as vezes é a realidade da vida de algumas pessoas, ficou bom. Boa sorte.

  3. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Achei bacana a anedota, combina com o título. A ideia do gerúndio certamente se aplica a um operador de telemarketing, cujas funções, ao meu ver, são bem repetitivas.

  4. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    27 de janeiro de 2017

    Instigante. Um conto-pensamento, reduzido ao essencial. Abraço.

  5. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Arrancou, o riso com uma caixinha tão pequetita! Ótimas associações. Deu até vontade de conhecer o personagem melhor.
    Singular, inteligente sacada.
    Boa sorte!

  6. Leandro B.
    27 de janeiro de 2017

    Lembrou-me Roberto Dinamite, “ídolo” e ex-presidente do vasco que com seu girondismo desesperava toda a massa de torcedores.

    Um micro bacana, leve e inteligente.

  7. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Boa! Meticuloso, espirituoso. Adorei esse micro!
    I’m loving this, rs.

  8. Fil Felix
    26 de janeiro de 2017

    Adorei o título e já entrei no conto rindo. Por ser extremamente curto e possuir ares de piada (piada culta, pelo menos) ele precisa terminar com uma porrada, pra não deixar o leitor no “já acabou?”. E confesso que essa porrada foi só um beliscão. Não achei tanta graça, principalmente porque entrei esperando uma narrativa (quem sabe maior, com mais conteúdo) sobre e usando gerúndio. Acabei por morrer na praia, mas é um conto interessante. Ah, e muito boa a escolha da Persistência da Memória do Dali como imagem.

  9. Simoni Dário
    26 de janeiro de 2017

    Apesar do número de palavras, o conto foi bem desenvolvido. Muito criativo, divertido e inteligente. Só um autor confiante e competente para escrever algo tão curto com tamanha precisão. Humor na medida certa.
    Bom desafio!

  10. Gustavo Aquino Dos Reis
    26 de janeiro de 2017

    Stein,

    poxa. Esse trabalho é inteligentíssimo. Mas, curto demais. Temos algo muito bom e que precisava de mais linhas, de mais dedicação.

    Achei bom, mas esse conto merecia ter sido genial.

    Parabéns.

  11. Lee Rodrigues
    26 de janeiro de 2017

    Ahhh… “Marvadeza”! Foi como tirar chupeta de criança.
    Na verdade, eu queria mais, não que não tenha sido o suficiente para dar seu recado, foi seguro e certeiro. Noossssa… como foi, oww Deus! Michel que o diga. rs

    Vou sair desse conto com um riso de lucro. rsrs

  12. Felipe Teodoro
    26 de janeiro de 2017

    Eu achei interessante a proposta e percebe-se que a escrita é segura e eficiente. Porém, como micro-conto, eu ainda acho que faltou um pouco mais. Sei que existem excelentes exemplos de micro histórias de apenas uma ou duas sentenças, mas aqui não foi o suficiente para arrancar um sorriso. Acredito que o autor poderia ter abusado um pouco mais. Enfim, parabéns e boa sorte.

  13. Estela Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Acho que era o Millôr que concluía textos como este seu com a expressão “Pano rápido!”. Pois é; rápido como um raio (com perdão do lugar comum…) que ilumina, surpreende, deslumbra e some, já tendo cumprido sua tarefa… Maravilhosa sacada! Adorei! Menos é mais!

  14. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Gertude(ing),

    A senhora é danadinha, não?

    Gostei muito. Do conto, da supressão de palavras, do “gerundismos” até no pseudônimo, do bom humor, da imagem.

    Um trabalho pensado e cheio de significado. Uma crítica ao nosso tempo e ao pouco tempo que ele nos permite, uma brincadeira com o assassinato da língua com o excesso de gerúndios utilizados justamente por figuras que são quase símbolos do capitalismo moderno, os atendentes de telemarketing.

    Você sabia que essa distorção em nossa língua aconteceu justamente quando a implementação do telemarketing no Brasil, ao invés de criar uma linguagem própria, resolveu traduzir inadequadamente os manuais de respostas prontas que vinham dos Estados Unidos? Acho que sabia, não é? Claro que sim, afinal você é Gertrude(ing) Stein.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  15. Anderson Henrique
    25 de janeiro de 2017

    O menor conto do desafio. E um dos que eu mais gostei até agora. Boa síntese, palavras precisas e uma ideia divertida. Mandou bem.

  16. Srgio Ferrari
    25 de janeiro de 2017

    O dilema: se termina com gerundismo fica lugar comum, se não termina fica simples demais.

    Fiquemos então como ficou, no meio do caminho, com o titubear da dúvida.

  17. Rubem Cabral
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Gertruding.

    Gostei do microconto. Você conseguiu com poucas palavras realizar grande feito, com grande efeito.

    Acho graça do gerundismo: deve ter começado como tradução literal do future continuous do inglês.

    Nota: 7.5

  18. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Eu já ia estar quase gostando do seu texto, associando o contínuo fazer do gerúndio com o não concluir nada direito… Mas sabe o que eu acho? Eu vou estar achando que, com certeza, pelo

    • Daniel Reis
      25 de janeiro de 2017

      Como meu comentário anterior, seu texto ficou inconclusivo. Me desculpe.

  19. vitormcleite
    24 de janeiro de 2017

    lamento que não tenha conseguido concluir! Brincando, mas se desses mais alguns elementos ao leitor, o teu conto podia ser excelente, pois a ideia é magnifica, faltou algo para deixar na memória no leitor

  20. Cilas Medi
    24 de janeiro de 2017

    Achei que deveria estar fazendo outra coisa do que ler e comentar esse conto. Mas, vou continuar confirmando que não atentou para os ditames do desafio, talvez desprezando o fato de haver regras.

  21. Miquéias Dell'Orti
    24 de janeiro de 2017

    Oi,

    Feliz trocadilho do gerundismo com o fato de nunca concluir nada a que se dispõe.

    O conto é curtíssimo e remete ao simples fato de Michel ser um boçal. Mesmo assim, existe profundidade e abertura à reflexão.

    Gostei.

  22. Laís Helena Serra Ramalho
    24 de janeiro de 2017

    Um conto bem curto e inesperado, e ainda trazendo uma história completa. A metáfora foi muito bem utilizada. Talvez por ser tão curto, ele é também muito impactante. Gostei bastante.

  23. Luiz Eduardo
    24 de janeiro de 2017

    Infelizmente não tenho muito o que dizer. Não vi história, achei vago. Boa sorte

  24. Vitor De Lerbo
    24 de janeiro de 2017

    Simples e real. Toca na bolha em que tantas pessoas vivem durante toda a vida.
    Boa sorte!

  25. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Me atordoou… E a pequenez do Michel, ele não está vivendo. Ele está apenas existindo

  26. Sabrina Dalbelo
    23 de janeiro de 2017

    É um texto inteligente escrito por alguém igualmente inteligente.
    Não precisa (talvez nem pudesse) falar mais do que isso.
    Boa sacada!
    Se está na lista? Bem… estaremos vendo e revelando depois.

  27. Davenir Viganon
    23 de janeiro de 2017

    Senhor autor. A incompletude permeia o conto todo. Gostaria de dizer mais mas comunicaremos que em breve estaremos terminando o raciocínio relevante para estarmos comentando seu conto a qualquer momento. Obrigado.

    • Sabrina Dalbelo
      23 de janeiro de 2017

      hahahahahahha…

  28. Givago Domingues Thimoti
    23 de janeiro de 2017

    Eu, particularmente, não sei o que comentar.
    Gostei do conto porque passou uma mensagem muito boa. Imagem e o nano-texto dialogam. Tudo para ganhar meu 10…
    Parabéns!

  29. Amanda Gomez
    23 de janeiro de 2017

    Achei um conto muito inteligente, com uma ótima sacada, pode ser só duas linhas mas tem muito a dizer.

    A imagem poderia ser algo como ” O tempo cansou de esperar” o que é algo bem forte. Viver de gerúndios, fazer promessas… estar fazendo algo. Achei tudo bem interessante, poderia ter se estendido mais para caracterizar como micro conto, assim não fica aquela questão chata de se vale ou não no desafio.

    Mas no geral é um bom trabalho, eu gostei.

    Boa sorte no desafio.

  30. Renato Silva
    23 de janeiro de 2017

    O gerúndio se refere a algo que ainda está acontecendo. Entendi a mensagem. um conto bem pequenininho, mas bem pensado.

    Boa sorte.

  31. Thayná Afonso
    22 de janeiro de 2017

    Tudo parece ter sido minimamente planejado, até o pseudônimo terminado em ING. O conto ser tão pequeno parece ter sido proposital também, de repente para passar a ideia de nada ser concluído, assim como faz o personagem Michel sobre tudo que propõe. Bastante inteligente, parabéns!

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .