EntreContos

Literatura que desafia.

Doce Adeline (Fabio D’Oliveira)

adeline

O pôr do sol é belo, mas ela é mais.

O som das ondas é inebriante, mas ela é mais.

A brisa morna é acalentadora, mas ela é mais.

A natureza é uma das forças supremas do universo. Porém, mesmo reconhecendo essa verdade, nada supera Adeline. Diante meus olhos, ela é magnífica em todos os sentidos possíveis.

Somente uma coisa pode explicar essa contradição: amor.

— O que será que existe além desse oceano? — pergunta Adeline.

Meu dedos passeiam nos seus cabelos negros. Ela descansa no meu colo. Olhamos o horizonte.

Contemplamos.

— Não sei. As possibilidades são infinitas.

— Algum dia saberemos a verdade?

— Sim, acredito que sim.

Entregamos-nos ao silêncio e testemunhamos a morte do dia. Num doce trocar de carícias e beijos, nos separamos. Adeline caminha até a beira do mar.

— É um adeus ou até logo?

— Até logo — respondo.

Vejo seu sorriso leve e puro. E seu corpo começa a evaporar, assim como o restante do cenário. Fico aqui, nessa imensidão branca, sem pensar.

Sala Alva.

Projeção de ideias.

O elixir dos sonhadores.

O amparador dos desafortunados.

Deixo um suspiro escapar. Levanto-me e saio do recinto.

— Demorou dessa vez, Pietro — diz o recepcionista, enquanto me observa assinar meu nome na lista de visitantes.

— É necessário, às vezes.

Atravesso o saguão e entro no corredor que irá me levar ao meu laboratório. Antes da invenção da Sala Alva, podia amar Adeline apenas em meus sonhos. Era uma angústia imensurável. Agora, entretanto, posso me alimentar com um pouco de ilusão no café da manhã. Não posso mentir. Mesmo sabendo que é tudo enganação, eu gosto.

Olho pela janela e contemplo Rajas. Cidade espetacular, símbolo de paz e união.

— O último refúgio da humanidade…

Nasci um século depois da Grande Explosão que dizimou toda a Europa. Metade afundou no oceano, metade se tornou inóspito. A Ásia foi devastada pelas ações de um tirano. A Oceania sumiu do mapa por motivos que desconheço. A África estava tomada pelas guerrilhas. E a América do Norte foi dominada pela SASS, uma inteligência artificial que, num belo dia, decidiu que a humanidade não deveria mais existir. Nunca mais ouvimos falar da Antártida.

E onde eu vivi? Na América do Sul, no único lugar habitável. É uma grande ironia que a Amazônia, tão maltratada pelo ser humano, foi a responsável pela sobrevivência de todos. Ela nos salvou com suas árvores e seus frutos.

Isso é amor!

Não estávamos livres da maldade, é claro, mas aquela floresta alimentava nossas almas com esperança. E isso bastava para procurarmos a vida.

Quando adulto, decidi viajar para as ruínas das cidades do mundo antigo. Vivi como um rato. E foi no Rio de Janeiro, nos escombros de um antigo edifício, que encontrei eles. Pietro e Adeline. Pequenos. Unidos. O início do que iria ser uma bela e triste história.

Adotei-os.

Cresceram. E como cresceram… Adeline passou a olhar para cima. Queria saber o que estava além daquele céu sem vida. Pietro descobriu as maravilhas da ciência e da natureza. E eu, Rodolfo, mergulhei no mundo da filosofia ao encontrar uma antiga biblioteca.

Aos poucos, esse grande casal começou a buscar mais e mais. Tornaram-se uma fonte de esperança para a humanidade.

Conhecimento e fé, juntos, destroem todas as barreiras que existem.

Eles deram à humanidade uma nova chance. O que eles fizeram foi lindo. Uma verdadeira demostração de amor. A história é longa, um verdadeiro canto épico, então basta saber que conseguimos fugir. Alçamos voo em direção ao futuro.

Ainda hoje penso… O que a Terra sentiu ao perceber que seus filhos estavam partindo?

Não há dias quentes ou frios em Gaia. Sempre ameno, devido à sua inclinação ideal, a região central do planeta é o local ideal para nós.

Olho-me no espelho, enquanto ajeito meu terno, e penso no passado mais uma vez. É inútil… Preciso sair! Solto um longo suspiro e encontro-me com a noite, perfeita como sempre. Uno e Duo brilham fortemente no céu. O show de luzes é incrível. De um lado, azul, do outro, vermelho; e no centro, um intenso roxo. Sigo a estrada, em direção ao estádio central de Rajas, observando essa incansável apresentação da natureza.

Vários homens caminham ao meu lado. Toda a população está acordada, em direção ao mesmo destino, mas ninguém fala. A fúnebre quietude é quebrada, às vezes, pelo uivos dos lobos gaianos. É o único dia do ano que a lamúria é permitida.

Encontro meu lugar na arquibancada. Fito o pequeno lago superficial que fica no centro do estádio, suas águas serenas e cristalinas. Um dos únicos elos que temos com o nosso antigo lar.

Alguns jovens se destacam. Estão na beira da lagoa, usando um tipo de roupa especial para balé aquático. Quando todos se sentam, suspiram e se preparam, o festival começa. Jatos d’água voam para o alto. Os bailarinos saltam, dão piruetas, e caem de pé na superfície da água. E começam a patinar. É uma dança harmônica com a natureza que os rodeia. Pouco a pouco, tudo toma forma. Com o auxílio de luzes e dos jatos d’água, um número incomensurável de flores são desenhadas no ar.

É belo! Maravilhoso! Nunca me canso dessa comemoração. Uma verdadeira homenagem para aquelas que são verdadeiras rosas: as mulheres.

Mas…

Quando foi que perdemos a esperança?

Impetus foi nosso lar por séculos, enquanto flutuávamos pelo universo. Congelados, com nossas vidas sustentadas por uma inteligência artificial criado por Pietro, YAT, vagamos rumo ao desconhecido. Através de cálculos e predições “intuitivas”, YAT encontrou Gaia. E tivemos uma nova chance, finalmente.

Existem duas palavras que descrevem Gaia completamente: pureza e beleza. Vimos algo que conhecíamos apenas nas histórias de ninar. Vida!

A humanidade despertou, porém, muito cansada. Corpos frágeis para aquele novo mundo. E, mais uma vez, Pietro apareceu com a solução. Utilizando uma função já existente em Impetus, que é a clonagem, ele fundamentou a transferência da consciência humana. Com isso, era possível uma coisa que os antigos encontravam apenas em seus sonhos…

Imortalidade!

Renascemos com corpos novos e fortes, modificados geneticamente para uma existência voltada para a paz e o amor. O desejo sexual foi eliminado por completo. Nossa fome e sede reduzidos ao máximo. Foi delineado um perfeito equilíbrio entre corpo e mente. E vivemos dessa forma por curtos e belos vinte anos.

Até uma nova tragédia abater a humanidade…

Entro no saguão e olho ao redor. Onde ele está? Enquanto caminho por entre as mesas, procurando-o, sinto o peso da mochila. Não é nada comparado com as coisas que carrego na minha mente.

Estou cansado, mas não posso desistir.

— Me procurando, rapaz?

Conheço essa voz.

— Rodolfo! — exclamo, virando-me.

Lá está ele, perto da janela, contemplando o nascer do dia. Fico do seu lado.

— Vai ficar quanto tempo fora dessa vez? — pergunta ele.

— Por volta de seis meses.

— Espero que obtenha sucesso.

— Obrigado…

O dia está começando em Rajas. Os homens se ocupam. Seguem com suas existências sem se preocupar com o que foi deixado para trás. Muitos, na realidade, decidiram apagar suas memórias do passado. Seja da Terra, seja delas.

Não entendo…

Como conseguem?

— Posso te perguntar algo?

— Diga — fala Rodolfo.

— Você já perdeu as esperanças também?

Ele demora um pouco para responder.

— Não. Na realidade, às vezes, penso que o esforço é inútil. Mas me lembro da Terra. E do vocês dois fizeram. Seria tolice desistir.

Sinto-me aliviado. Rodolfo, o homem que mais admiro nessa vida, ainda confia em mim.

— Eu preciso ir. Tenho que chegar nas montanhas antes do amanhecer.

— A floresta pode ser perigosa.

— Exatamente.

Não me despeço. Não é necessário. Sei que ele estará aqui quando eu retornar. E espero trazê-la comigo dessa vez.

O que uma mãe faz?

Cuida. Ensina. Ama.

A Terra era nossa mãe. Ela cuidava da humanidade, independentemente da situação. Tentava nos ensinar. Amava incondicionalmente. Nunca valorizamos isso. E então chegamos em Gaia, mas esquecemos de uma coisa… Ela não era nossa mãe.

Não sabemos ainda o motivo por trás de tudo.

As mulheres, pouco a pouco, começaram a adoecer. Sem alarde, com pequenas febres e dores de cabeça. No entanto, os sintomas persistiram e multiplicaram-se; até que, de súbito, elas entraram num intenso coma.

Nenhuma acordou.

O tempo passou. O deus da morte fez seu papel e ficamos completamente sozinhos.

Tentamos e tentamos, mas nada deu certo. Tínhamos a memória de cada mulher gravada em Impetus. A transferência de consciência é isso na realidade, apenas uma cópia da personalidade do indivíduo, com suas memórias e preferências. Com isso, apelamos para a clonagem. Sem sucesso.

Com o passar dos anos, os homens começaram a desistir. “De que adianta tanto esforço em vão?”, eles diziam. E hoje, ao ver Pietro ir embora mais uma vez, o único que ainda procura amar sua mulher novamente, entendo tudo. A luz sempre veio dele e de Adeline. Eles são os anjos da humanidade.

Olho para fora, vejo Rajas, mas penso apenas naqueles dois. E me lembro o quanto os amo.

Caminho sempre em frente. Nunca olho para trás. Foi isso que prometi para ela.

Daqui já consigo vê-lo. Impetus, nosso salvador. Quando chegamos em Gaia, pousamos num vale que fica a dois meses de distância de Rajas. Nos mudamos, mas a nave permaneceu. Levamos apenas o necessário. No meu caso, nunca me mudei de verdade. Deixei uma coisa muito importante aqui.

Ando sem parar… E chego em Impetus. Ao entrar, ativo a energia e espero o sistema operacional iniciar.

(BIPE)

— Bom dia, YAT.

— Bom dia, Pietro.

— Teve sonhos agradáveis?

— Claro, fui programada pelo melhor.

Essa voz… Parecia uma boa ideia naquela época. Hoje, sinto um grande calafrio ao escutá-la.

— Abra a câmara dela.

— Já está sendo providenciado.

Sigo pelo corredor, entro na ala B e chego numa sala gigantesca. Todas as câmaras de congelamento estão fechadas, com exceção de um, que emite uma luz azulada.

— Quais são as condições dela? — pergunto eu, enquanto me dirijo até ela.

— Estáveis.

— Ótimo.

Aqui está ela… O amor da minha vida, Adeline. Longe de mim por longos e dolorosos 700 anos… E ainda não cheguei a lugar algum na investigação desse problema. Vou até uma grande mesa localizada no centro do salão. Toda a minha pesquisa está aqui, séculos e séculos.

Vasculho a mesa com os olhos. Ali está, a caixa que era tão especial para Adeline. Abro-a com cuidado, sinto a leve melodia me envolver e removo o fundo falso. Enquanto faço isso, pergunto-me: “Por que ela gosta tanto desse objeto?”. Achamos nos escombros de uma casa e, desde então, carrega consigo. Não entendo, mas ela sempre esteve adiante, vê coisas que sou incapaz…

Pego o delicado envelope que está no fundo da caixa. Às vezes, no final do dia, fico imaginando ela escrevendo essa carta. Será que chorou? Ou continuou sorrindo como sempre?

Leio.

“Para o meu herói…

Você está lá fora. Daqui te vejo. Tão bonito… Sei que a ideia foi minha, sei que você irá sofrer, e peço perdão por isso. Mas que outra alternativa temos? Esse planeta… Por algum motivo Gaia nos rejeitou. Você é o único que pode conciliar ela com a humanidade. Sei que você consegue. Lembra-se do dia que nos conhecemos? De como me salvou? De como me protegeu até Rodolfo nos encontrar? De como reacendeu a esperança na humanidade? Lembra-se disso tudo? Eu me lembro. Você é um verdadeiro herói. O meu amado herói. Confio em você. Sei que irá me salvar mais uma vez. Despeço-me agora. Quero aproveitar esses últimos momentos, amando-o com todo o meu ser.

Eu te amo, meu querido Pietro.”

Esse papel… Essa caligrafia… Esse cheiro…

Enxugo minhas lágrimas. Tenha foco, Pietro! Guardo meus tesouros, contemplo a beleza da minha musa mais uma vez e mergulho com tudo na pesquisa.

Não se preocupe, doce Adeline, irei salvá-la!

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50 comentários em “Doce Adeline (Fabio D’Oliveira)

  1. Fabio D'Oliveira
    12 de agosto de 2015

    Gostaria de agradecer, primeiramente, a todos que disponibilizaram um pouco de seu tempo para ler esse conto! Nenhum comentário é inútil, muito pelo contrário, todos são valorosos para qualquer escritor que realmente queira crescer. Muito obrigado por isso!

    Reconheço que o texto não ficou bom. Ele beira o ruim com o medíocre, tanto pela execução, tanto pelo tamanho. Às vezes, esquecemos que as ideias tem suas próprias naturezas. E assim como o ser humano, se ela não seguir seu destino, não alcançará a plena felicidade! Provavelmente, no futuro, irei recompensar essa falha. Com vocês e com a ideia!

    No mais, foi extremamente gratificante participar desse desafio. Irei me tornar um regular, com certeza!

    Um grande e forte abraço para todos!

  2. William de Oliveira
    11 de agosto de 2015

    O autor fez uma mistura enorme de conteúdos, amazônia com realidade virtual e isso fez muito sentido da maneira que foi escrito, ainda mais com uma pitada de romance, ficou bem atraente. Gostei muito desse conto.

  3. Renato Silva
    11 de agosto de 2015

    Olá.

    Esse tipo de narrativa me soou um pouco confusa; fui entender a estória após a segunda leitura. O enredo é bem interessante, mas penso que ficou um pouco superficial. Entendo que o número limitado de palavras não permite maiores explicações, mas neste caso, seria mesmo ter optado por um único narrador.

    Gostei do enredo. Apesar de “pieguice”, confesso que me senti tocado por esse amor que dura séculos. Procure desenvolver mais essa estória, com mais detalhes e mais palavras. Daria uma bela novela de ficção científica.

    Boa sorte

  4. Bia Machado (@euBiaMachado)
    11 de agosto de 2015

    Um conto interessante, conseguiu me prender, mas acabei esperando por algo a mais, que não veio. Em alguns momentos fiquei confusa, não sei se é o cansaço de ler tantos contos. Mas no geral, gostei!

  5. Marcos Miasson
    11 de agosto de 2015

    Boa narrativa. Senti falta apenas de mais argumentos que explicassem os diálogos, identificando quem está dizendo o que. Mas são detalhes apenas. Boa sorte!

  6. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    O conto começa muito bem, em um estilo poético e misterioso. Logo descobrimos que estamos em uma sala semelhante ao Holodeck de Star Trek. Mais uma vez, a guerra dizimou seres humanos. A solução é o futuro e o transporte de consciência, um tema recorrente na ficção, como em Diaspar de Arthur Clarke. Mas assim como na “Cidade das Estrelas”, o homem nunca está satisfeito, nem mesmo com a imortalidade, gerando novos dilemas. O tom de tragédia shakespeariana completa essa bela peça.

  7. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    A história pede muito mais do que as duas mil palavras de limite. Achei bacana a ideia, a melancolia presa nas linhas, esse desejo de Pietro resgatar sua amada. Na verdade, um dos méritos do conto é não cair na pieguice. Ao contrário, mantém o interesse aceso, jogando com os fatos presentes e passados, intercalando pontos de vista. Isso, porém, revela o ponto fraco da narrativa, já que exibe pontos sem conexão aparente, que devem ser preenchidos pelo leitor – que nem sempre possui informação para tanto. De todo modo, me pareceu muito instigante a ideia de recriação que mistura clonagem com lembranças. Quem de nós não gostaria de recriar aqueles que já partiram, mesmo que essas novas pessoas detivessem um conhecimento limitado àquele que tinha à época que morreram? Eu, certamente, seria um sério candidato. Nesse ponto, o texto me fez lembrar um episódio da série Black Mirror (http://www.imdb.com/title/tt2290780/plotsummary?ref_=tt_ov_pl), sugerido pelo Holloway, há algum tempo. Aliás, essa é uma ideia que já existe, desenvolvida pela empresa Eterni.me, que vem produzindo reações pouco confortáveis (http://www.theguardian.com/commentisfree/2014/apr/08/digital-humans-deceased-avatar-black-mirror).

    Nota: 7

  8. Fil Felix
    11 de agosto de 2015

    Gostei de como tratou o amor em tempos de crises, apesar de achar o começo açucarado demaais. O contexto que criou em seu conto me lembrou duas outras histórias: AeonFlux, que fala um pouco de transferência de memória e clonagem; e da HQ Y – O Último Homem, que mostra uma Terra onde não há mais homens. Legal esse tema, não apareceu por aqui. Só acho que faltou um momento de clímax além do ambiente criado, que ficou muito bom.

    Acho que não reclamaria desse mundo haha

  9. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 9/10

    → Criatividade: 9/10 – Muito criativo! Gostei da forma como uma história longa foi apresentada de forma sucinta.

    → Enredo: 8/10 – A história e a narração tem muita qualidade, mas achei (talvez eu seja o problema) um tanto maçante e sonolenta.

    → Técnica: 9/10 – Muito bem escrito, mas o estilo não me agradou tanto.

    → Adequação ao tema: 10/10 – Não há dúvidas de que é ficção científica.

  10. Kleber
    11 de agosto de 2015

    Excelente!

    A tragédia, contrabalançada peloamor incondicional. Conclusão que deixa margem para a imaginação fluir… Muitas peguntas ficam no ar, cabendo a cada um de nós continuar a trajetória dos personagens…

    Texto fluido, bom de se ler. E que suscita sentimentos e mexe com a imaginação…

  11. Lucas
    11 de agosto de 2015

    Olá,
    Achei muito criativo o conflito do conto. A ambientação ficou bem diferente também, o recondicionamento do comportamento humano ficou muito fera. Só achei meio batido o romance do personagem com a sua amada em coma. Mas ficou bem legal o conto.
    Talvez pudesse explorar melhor o período em que as mulheres começaram a adoecer.
    Parabéns e boa sorte.

  12. Pedro Luna
    11 de agosto de 2015

    A escrita é leve e o autor teve sucesso em intercalar as ações com as explicações do passado da terra. Uma história de amor interessante. Só não entendi que espécie de pesquisa o Pietro teria de fazer para reverter a situação. Fiquei me perguntando. Acho que ficaria legal dar uma trabalhada nessa parte.

    • Fabio D'Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Olá, Pedro! Espero que esteja tudo bem contigo!

      A pesquisa não foi revelada de forma proposital, pois seria preciso de outros argumentos para explicá-la por completo. Não é muito original, isso pode ter certeza, hahaha! Como o limite foi bem pequeno, tive que podar muitas partes, inclusive essa!

      Espero ter sanado sua dúvida!

      Um grande abraço!

  13. Laís Helena
    10 de agosto de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (2/4)

    Sua escrita é boa, entretanto, não gostei dos trechos em itálico, onde Rodolfo conta os acontecimentos que os levaram a Gaia: seria interessante se tivéssemos os acontecimentos narrados, como nos trechos de Pietro. Quanto à revisão, notei que você comeu algumas palavras.

    2 – Enredo e personagens (2/3)

    Apesar dos problemas com a narrativa, ela me instigou, e achei seu mundo interessante. Entretanto, senti falta de algo, pelo menos de alguma pista que levasse o leitor a imaginar um ou mais caminhos; dessa maneira, seu conto pareceu inacabado.

    3 – Criatividade (2/3)

    A ideia do apocalipse se repetiu diversas vezes neste desafio, mas você ganha pontos pela abordagem diferente.

  14. phillipklem
    10 de agosto de 2015

    Boa noite.
    É um texto interessante. Não apresenta grandes erros, contudo é um pouco confuso.
    Confundi-me mais de uma vez entre a narração de Rodolfo e de Pietro
    Você levou muito tempo no texto para revelar o problema que o move, que dá a história ao conto.
    No fim você nos deixou no mesmo lugar de onde partimos. Sem cura nem nada.
    Gostei dos personagens e do enredo. Muito criativo e bastante inovador.
    Sua escrita é razoavelmente boa e sua capacidade de criação é ótima.
    Tente tornar o texto mais claro e organizado. Tenho certeza de que o resultado será muito melhor.
    Boa sorte.

  15. vitormcleite
    10 de agosto de 2015

    Um dos contos que mais se encaixa na temática do desafio com um desenvolvimento que apesar de não me entusiasmar parece-me muito bem realizado. A trama está bem pensada e foi muito bem trabalhada, muitos parabéns

  16. Andre Luiz
    10 de agosto de 2015

    Achei ousado introduzir um tema tão lírico como o amor em um universo racional da ficção científica, bem como deixar com que as ações humanas fossem mais tendenciadas ao sentimental ao invés de uma cultura de ódio e dominação que vemos mais frequentemente em textos do gênero. Enfim, você soube construir uma atmosfera interessante no conto, explicar as partes e chegar a um resultado bastante bonito de se ler. Gostei da forma como fluiu seu texto. Parabéns!

  17. Mariza de Campos
    10 de agosto de 2015

    Olá! o//
    Gostei bastante do jeito que foi escrito, esse jeito deu uma sensação de beleza para a história. Achei bonito o jeito que começa o conto e também gostei das interferências em itálico pelo Rodolfo, explicando tudo o que aconteceu.
    Achei meio exagerado o tempo de 700 anos sem nenhum resultado, mas gostei do final, que deixa em aberto se um dia ele vai conseguir ou não. Achei bonita também a parte que falava que a Terra era a nossa mãe, realmente ela é.
    Bom, é isso.
    Abraços! \\o

  18. mariasantino1
    10 de agosto de 2015

    Oi, autor.

    Realmente a ideia de clonagem e troca de mentes foi algo excelente. Pelo menos pra mim essa ideia é original. Gostei do conto, mas você mesmo diz que é uma longa história e se sente um pouco isso sim. Essa doença, não sei, foi um conto bem lacunoso, mas minha cabeça não preencheu tudo. O amor dos dois é bonito sim, mas me perdi na narrativa em saber quem era quem, porque tem horas que parece que o narrador é o Rodrigo e noutras que é o Pietro. Acho que vale apostar mais na clareza. Conto dentro do tema, a alusão a Amazônia me colocou um sorriso aqui e achei a passagem da destruição bem dosada. Algumas falhas por aí como: Diante (dos) meus olhos… Entregamos-nos (entregamo-nos)… demostração (demonstração)… E do (que) vocês dois fizeram.

    Em resumo, um conto com potencial de mais.

    Boa sorte no desafio.

    Nota: 7

  19. Evandro Furtado
    10 de agosto de 2015

    Tema – 10/10 – adequou-se à proposta;
    Linguagem – 9/10 – só alguns probleminhas de concordância;
    História – 10/10 – você trabalhou ela sobre vários ângulos e perspectivas, detalhando os pontos principais;
    Personagens – 10/10 – não só você os construiu bem como deixou-os bastante “palpáveis”;
    Entretenimento – 4/10 – confesso que em alguns pontos acabei me distraindo, talvez pelo tamanho, um clima de suspense ou algo do tipo podia ter me prendido mais;
    Estética – 7/10 – você alternou as narrativas apesar de manter ambas em primeira pessoa, o que permitiu uma visão mais ampla da trama.

  20. Thales Soares
    10 de agosto de 2015

    Senneville & Toussaint, vc escreve muito bem.
    Em todo o seu conto permeia um certo encanto entre as três personagens apresentadas.

    O que realmente não gostei aqui foi a forma como a narração foi estruturada. Esses fragmentos deslocados cronologicamente acabaram ficando meio embaçados e dificultando a leitura, devido a grande quantidade de vezes que esse recurso foi utilizado dentro de um texto tão pequeno.

    O amor que sustenta toda a narrativa, para mim (questão de gosto pessoal mesmo) foi pouco convincente. Não consegui sentir essa conexão do jeito como deveria. Claro, é capaz que com outros leitores funcione… mas, comigo, a obra não me tocou.

    Esses finais inconclusivos não me agradam muito. Dá a impressão que a história não se resolveu. Mas a carta do final foi boa.

  21. Cácia Leal
    9 de agosto de 2015

    Muito confusa a trama. Há muitas tramas em um só texto, sem conexões, que fazem o leitor se perder um pouco. Não gostei do modo como foi desenvolvida. Esse triângulo Pietro, Adeline e Rodolfo, não ficou muito claro quem é quem. Acho que há muitas subtramas para uma história que deveria ser bastante curta. Isso é assunto para um romance, uma história longa.

  22. Marcellus
    9 de agosto de 2015

    Gostei do conto, apesar da ideia meio clichê. Um pouco confuso lá pelo meio, mas é consistente no geral.

    Apenas um incômodo, aliás, dois: “…encontrei eles”, “…conciliar ela…”.

    Boa sorte no desafio!

  23. Fábio Almeida
    9 de agosto de 2015

    Que romântico. Um conto com enquadramento lógico, um pano de fundo próprio e plausível (ainda que um pouquito confuso), personagens bem esboçadas. Gostei da interligação dos pontos de vista apesar de Rodolfo ser quase o Atira-Exposição, coisa que faz com elegância e identidade. Gostei. É romântico com laivos de ciência e cheiro a melancolia. Uma boa mistura para o desafio. Bem jogado =D

  24. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    Se fosse um romance, eu leria com muito gosto. Achei uma história muito bonita, de verdade. Adorei as alternâncias entre as narrações. E o desfecho foi muito bom.

  25. Pedro Teixeira
    7 de agosto de 2015

    Olá autor(a). Belo conto este aqui, com passagens muito bonitas e uma carga de emoção que não resvala para o piegas. Penso apenas que pela quantidade de informação a estória deveria ser contada em um conto mais extenso, mas isso não chegou a atrapalhar muito. As explicações sobre o destino da Oceania e da Europa não soaram muito convincentes pra mim( pra um relato histórico, acho que faltaram muitos detalhes importantes, como o que foi essa grande explosão, apesar de se poder deduzir que foi a IA que dominou a América do Norte a responsável).

  26. Marcel Beliene
    7 de agosto de 2015

    Bela estória, bem narrada, bons diálogos e com um final meio vago, deixando uma possibilidade de interpretação por parte do leitor. Será que Adeline, a doce Adeline, será salva? Gostei bastante 🙂

  27. Felipe Moreira
    7 de agosto de 2015

    Doce Adeline parece uma saga épica. Um texto que passa a ideia de ser maior do que realmente é. Talvez isso seja bom no meu entendimento. Gostei do texto, achei criativo e grandioso no seu universo.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

  28. Piscies
    7 de agosto de 2015

    Gostei! Uma história doce e uma narrativa sobre a odisseia da humanidade. Interessante… mas também sem um clímax. Foi o que senti falta na história: um ponto de mudança, uma reviravolta, ou mesmo um final contundente. Infelizmente, este parece ser mais um daqueles “contos-prólogos”.

    A escrita está muito boa. Gostosa de ler, com descrições muito boas e uma narrativa paralela interessante. Também gostei da profundidade dos personagens.

    Um bom conto, afinal!

  29. catarinacunha2015
    7 de agosto de 2015

    TÍTULO. Acredito que títulos com nome pessoal só deve ser usado quando o personagem for muito forte. Não me parece o caso.
    TEMA. FC, Armaggedon, vida eterna, etc. Tá ok.
    FLUXO. Tem a delicadeza da prosa poética e uma certa melancolia feminina.
    TRAMA lenta, mas poderia dar um bom romance e este ser o primeiro capítulo.
    FINAL. Encontrei apenas um gancho para um próximo capítulo.

  30. Rubem Cabral
    5 de agosto de 2015

    Olá, Senneville.

    Um bom conto, bastante imaginativo em bem escrito em geral (acho que só encontrei uns dois erros de concordância).

    Gostei do desenvolvimento, mas achei o final bastante fraco. Penso que você ficou podado pelo limite de caracteres, que a história original seria talvez muito grande e, em função disso, apenas temos uma introdução duma obra maior.

    Boa sorte no desafio e abraços.

  31. Leonardo Jardim
    3 de agosto de 2015

    ♒ Trama: (3/5) a trama de desenha de forma perfeita. Entrei nesse mundo como em poucos nesse desafio. Porém, não se encerra. Funciona como um prólogo de uma história maior. Um ótimo prólogo, já que estou doido pra ler mais desses personagens.

    ✍ Técnica: (4/5) muito boa, demorei um pouco a entender as mudanças de narrador, mas quando entendi tudo ficou ainda melhor. Acima da média do desafio.

    ➵ Tema: (2/2) viagens espaciais, sobrevivência da humanidade além da Terra (✔).

    ☀ Criatividade: (1/3) o texto acaba por usar elementos comuns de ficção espacial.

    ☯ Emoção/Impacto: (4/5) o conto é emocionante, dá pra sentir bem como cada personagem principal pena, até mesmo Adeline. Ganharia nota máxima nesse quesito se tivesse conseguido encerrar a história no espaço do conto.

    Só encontrei esse problema:
    ● E do *que* vocês dois fizeram.

  32. Tiago Volpato
    3 de agosto de 2015

    Não é o tipo de texto que me agrada ele é muito, digamos, sentimental. Mas isso é algo pessoal. O seu conto está bem escrito e bem amarrado dentro do gênero que você se propôs a escrever. O enredo é satisfatório e acho que vai agradar as pessoas que gostam desse tipo de coisa. Eu achei que a ficção científica só foi inserida por exigência do nosso desafio, o texto, sem ela, funciona da mesma forma.
    Abraços e boa sorte!

  33. Anderson Souza
    2 de agosto de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.

    Muito bom! Tem um toque clássico muito peculiar neste tipo literário. Parabéns!

  34. Anorkinda Neide
    2 de agosto de 2015

    O texto é bom, vê-se que você é bem criativo (a), e pensou em muita coisa para compor este enredo… coisa demais, eu achei…
    Então o limite de palavras lhe prejudicou.
    Não entendi pq eles ‘tiveram’ que abandonar a Terra…e estranhei muito o nome do novo planeta, pq na realidade Terra é Gaia… rsrsrs me causou estranhamento.

    Todo o trecho em negrito onde Rodolfo encontrou as crianças, ficou corrido demais,muita informação e na realidade, devido a quantidade enlouquecedora de acontecimentos, não houve conexão com os personagens nem a construção de suas personalidades. Realmente vc precisava de mais espaço ou de fazer cortes importantes na narrativa.

    é isso, boa sorte!
    abraço

    • Fabio D'Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Olá, Kinda!

      O nome de Gaia foi proposital! Imaginei que o povo nomeou o novo planeta assim em homenagem à Terra!

      Não foi muito criativo, mas é o que é! Hahaha!

      Um forte abraço!

  35. Leonardo Stockler
    30 de julho de 2015

    Quando cheguei ao final tive a impressão de que perdi alguma coisa ao longo da leitura. Não é culpa sua, definitivamente. Relendo, percebi que o conto está bem estruturado e bem narrado. Mas há um problema – depois de ter lido mais ou menos 50 contos, a maior parte deles dizendo respeito a um tema que é o mesmíssimo tema que é tratado aqui, eu fico mais ou menos sem saber o que dizer. Veja, talvez seja essa destruição ingênua da humanidade, a vontade de projetarmos personagens centrais em cuja vida pese o destino e o futuro de toda a raça, são coisas que já vi tanto, que mesmo que o conto seja bem escrito, vai me fazer torcer um pouco a cara e pensar: “Bom, vamos lá, né…”. Entende o que quero dizer? Não é culpa sua que eu não tenha o que comentar aqui. Talvez a culpa seja minha mesmo. Acabo vendo essas coisas muito grandiosas e sinto saudade, sinto falta do banal – acabo sentindo falta de uma ficção científica que se preocupe não só com salvadores da humanidade, mas também com joões-ninguém, algo que não seja tão Amor & Morte, personagens secundários, histórias triviais, não tão Hollywood assim. É um desejo que eu não sei se deveria ter, porque me faz tecer esse tipo de comentário que não sei se está agregando ou desestimulando, me impede uma fruição de uma obra que se fosse lida separadamente, fora do contexto do concurso, provavelmente me agradaria bem mais.

    • Fabio D'Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Tudo certo com você, Leonardo?

      Rapaz, não se preocupe! Eu também fiquei cansado com as leituras e com um pouco de vergonha do meu texto. Ele ficou tão medíocre! Hahaha, mas isso faz parte do crescimento como escritor e leitor!

      Um grande abraço!

  36. Davenir da Silveira Viganon
    29 de julho de 2015

    Bem escrito e tem uma estrutura bem interessante. Essas intervenções explicativas durante a história ficaram bacanas, mas não entendi de quem partem.. acho que não entendi essa parte, mas nada que prejudique a apreciação do conto. Gostei. Parabéns!

  37. Renan Bernardo
    29 de julho de 2015

    Muito bom! Texto escrito de forma bela e bem cuidada. Há dois momentos que algumas palavras foram comidas, mas nada que prejudique a leitura. Enredo excelente, escrita excelente. Um dos melhores!

    Parabéns!

  38. Angelo Dias
    29 de julho de 2015

    O conto parece um trailer de um filme ou livro. São vários fragmentos de história que não dão muita sensação de movimento. Parece que você, depois de lê-lo, vai abrir o livro principal e aí sim a história vai começar.

  39. Daniel I. Dutra
    29 de julho de 2015

    Muito bom. A estrutura narrativa está bem “montada”. A narração e diálogo estão bem equilibrados no começo (sem diálogos longos ou narração demorada) e as informações sobre o contexto futurista é explicado graduamente. É muito ruim quando o autor joga todo o contexto para o leitor bem mastigadinho logo nos primeiros parágrafos.

  40. Fabio Baptista
    28 de julho de 2015

    Gosto do modo como a história foi contada, com essas intercalações. A escrita foi boa, conduzindo a trama de modo agradável.

    Em alguns momentos fiquei meio perdido, mas as pontas acabaram se fechando ao término da leitura. Isso é bom!

    O problema, é que na verdade… esse é outro texto que acaba com cara de prólogo, com um corte “brusco” na história. E essa sensação tira boa parte do impacto da leitura, infelizmente.

    – Entregamos-nos
    >>> Entregamo-nos

    – E do vocês dois fizeram
    >>> faltou um “que”

    NOTA: 6

  41. Jefferson Lemos
    27 de julho de 2015

    Olá, autor (a).

    Gostei. A ideia de um planetas só de homens, lembra-me o conto “O Dia da Inclusão”, do Rubem Cabral. O dele é um mundo melhor, no entanto. Apenas com mulheres. haha

    Sua narração é muito boa, e o ambiente que você criou é bem interessante. O lance com as luas, a atmosfera sobre o festival, a nave no meio da floresta… O conto me agradou bastante.

    Muito bom!

    Parabéns e boa sorte!

  42. Brian Oliveira Lancaster
    27 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: O tom leve e de exploração caíram muito bem. >> 8.
    G: A história geral conquista, e ficou bem dividida. Gostei mais das partes em itálico, mas a narração do personagem principal se encaixa com o restante. O final sem resolução fácil, neste caso, se justifica pelo contexto e não fica devendo nada. >> 8.
    U: Precisa de algumas revisões. Notei trocas temporais inconstantes. >> 8.
    A: O gênero exploração e colonização aparecem de forma bastante satisfatória. >> 8.

    Nota Final: 8.

  43. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    Uma narrativa um tanto difícil de compreender, o raciocínio é interrompido por breves pausas e quando é retomado, precisa voltar atrás para buscar o fio da meada.
    Nota-7

  44. Claudia Roberta Angst
    24 de julho de 2015

    Um cavaleiro/cavalheiro de armadura FC. Engraçado, mas acho que é o terceiro conto que os nomes Adele ou Adeline aparecem. Ou foi impressão minha?
    Gostei da primeira parte e achei que a narrativa tomaria outro rumo. Sem dúvida alguma, o tema FC foi bem desenvolvido, com seus elementos caracterizados e bem postos.
    Não encontrei lapsos de revisão e a linguagem empregada pareceu-me apropriada.
    No entanto, o conto não conseguiu fixar minha atenção. Perdi-me um pouco nas divagações e lembranças do narrador.
    Boa sorte!

  45. Rogério Germani
    24 de julho de 2015

    Olá, Senneville & Toussaint!

    Seu conto dialoga com diversos elementos encontrados noutros textos escritos para este desafio: tem refugiados, estádio, um novo planeta colonizado… Unindo tudo isto com a costura de um amor que atravessa séculos, até ficou bacana. Só ficou devendo uma breve revisão em frases que ficaram sem sentido por falta de preposições.

    Boa sorte no desafio!

  46. Alan Machado de Almeida
    24 de julho de 2015

    O tom poético misturado à ficção científica do início do conto você poderia ter mantido no decorrer dele. Um mundo sem desejo sexual é paradisíaco? Sei não. Ah, e por curiosidade, a ideia de IA se voltar contra os humanos, coisa que Exterminador do Futuro e Matrix usam, é inviável. Por mais inteligente que seja a IA ela seria no máximo super racional, é necessário ter instinto de sobrevivência e espírito de competição para querer eliminar o outro, a não ser que alguém dê a ordem. Nota 8.

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Informação

Publicado às 23 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .